Você vai caminhar pelos pátios do palácio ao som dos tambores, dirigir por estradas altas com vistas dos telhados de Seul, compartilhar histórias durante um almoço coreano e talvez até avistar a Coreia do Norte na DMZ — tudo com um guia local cuidando de cada detalhe para você só curtir e sentir.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o som grave de um tambor ecoando pelo Palácio Gyeongbokgung. Nosso guia, o Sr. Kim, nos chamou bem na hora em que os guardas com aquelas roupas azuis vibrantes passavam marchando — ele sorriu e explicou que cada cor tinha um significado diferente na antiga Coreia. Tentei absorver tudo: o cheiro dos pinheiros dos jardins do palácio misturado com o aroma de comida de rua vindo de algum lugar além dos muros. O lugar é movimentado, mas dá para encontrar cantinhos de tranquilidade se você parar perto dos degraus de pedra.
Depois seguimos pela Bukak Skyway — uma estrada que serpenteia acima de Seul, com vistas dos telhados de azulejo e dos prédios de vidro lá embaixo. O ar lá em cima parecia mais fresco, quase cortante. O Sr. Kim apontou para uma área arborizada e contou que foi ali que espiões norte-coreanos cruzaram em 1968. Não esperava ouvir histórias assim em um tour pela cidade. Também paramos no templo Gilsangsa; estava bem vazio, só alguns monges varrendo folhas e um canto suave vindo de algum lugar atrás de um muro.
Almoçamos no Maple Tree House (acho que exagerei no bulgogi). Depois, passeamos por Insadong — lojinhas pequenas vendendo pincéis de caligrafia antigos e bules de chá, senhorzinhos jogando baduk na janela. Tentei agradecer em coreano; a Li riu quando eu errei, mas me ajudou mesmo assim. Se você escolher a opção DMZ em vez de mais pontos na cidade, a viagem é mais longa — o Sr. Kim explicou que precisa do passaporte para essa parte, mas ele cuida de tudo para você.
Terminamos pegando o teleférico até a N-Seoul Tower bem no momento em que o crepúsculo chegava. As luzes da cidade começaram a piscar lá embaixo — até hoje lembro dessa vista quando escuto o trânsito na minha cidade. Não é tudo organizado ou previsível; tem momentos barulhentos, estranhos ou surpreendentemente calmos. Mas é isso que faz esse tour privado por Seul e DMZ ficar na memória.
Sim, o transporte de ida e volta do seu hotel ou local escolhido está incluso.
É possível incluir algumas opções da DMZ (como o Observatório Odusan) junto com paradas na cidade, mas o tour completo pela DMZ geralmente ocupa o dia todo.
Sim, o passaporte é obrigatório para acessar a área da DMZ durante o tour.
Você vai almoçar no Maple Tree House, um restaurante coreano autêntico recomendado pelo TripAdvisor e CNN.
O trajeto depende do trânsito e da área da DMZ que você visitar; conte cerca de uma hora para cada trecho.
Sim, bebês podem ir no carrinho, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sim, a maioria dos locais do roteiro tem opções de transporte público por perto.
Não recomendamos para quem tem lesões na coluna ou problemas cardiovasculares graves.
Seu dia inclui transporte privado com ar-condicionado e guia em inglês, transfer de ida e volta em qualquer ponto de Seul, entrada em todos os lugares do roteiro escolhido — até o almoço no Maple Tree House está incluso antes de voltarmos juntos para a cidade.
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