Você vai caminhar sob as imponentes palmas de cera do Vale do Cocora com um guia local que conhece cada história dessas montanhas. Ande em um jeep Willys clássico saindo de Salento ou Filandia (prepare-se para o balanço), aprenda sobre a árvore nacional da Colômbia e termine com uma refeição simples onde os moradores comem. É lama nas botas e risadas verdadeiras — muito mais que uma simples trilha.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Salento ou Filandia (com passeio no clássico jeep Willys), entrada no Vale do Cocora, acompanhamento completo de um guia local especialista que compartilha histórias pelo caminho, além de seguro contra todos os riscos para você curtir as palmas de cera sem preocupações.
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De vez em quando, Camilo parava para ensinar algo — como a palma de cera é a árvore nacional da Colômbia (e por que não podemos tocá-las), ou o motivo pelo qual esse lugar é tão importante para os moradores. Ele pegou uma folha caída e me deixou sentir sua textura — cerosa, mas macia, quase como a pele de uma vela. Tentei repetir o nome da árvore em espanhol (“palma de cera”), mas pelo jeito meu sotaque o fez rir alto. A trilha não é difícil se você for com calma, embora algumas subidas apareçam de surpresa. Teve um momento silencioso em que ficamos todos admirando as colinas do Triângulo do Café — até hoje lembro daquela vista quando estou preso na mesa do trabalho.
O almoço não estava incluído, mas acabamos indo a um lugar que o Camilo recomendou em Salento. O cheiro de banana-da-terra frita já vinha antes mesmo de abrirmos a porta. Minhas mãos estavam sujas de lama e as pernas cansadas daquele jeito bom que só uma caminhada de verdade proporciona. Se você quer tudo certinho e arrumadinho — esse não é o tipo de passeio saindo de Salento ou Filandia. Mas se busca seis horas de ar puro, jeeps antigos, histórias locais e mais verde do que seus olhos conseguem absorver... então, vale muito a pena reservar.
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