Você vai alimentar lhamas ou provar frutas exóticas antes de subir o Peñol para curtir aquela vista selvagem dos lagos e ilhas. Passeie pelas ruas pintadas de Guatapé com um guia local que conhece todas as histórias por trás dos zócalos — e aproveite um almoço à beira da água antes de voltar para casa com as pernas cansadas e, provavelmente, cenoura no sapato.
O tour dura cerca de 8 horas, incluindo todas as paradas.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso.
Sim, você pode optar por não visitar a fazenda e fazer uma degustação de frutas exóticas no lugar.
São 749 degraus até o topo do Peñol.
Sim, o almoço é servido em um restaurante local na cidade de Guatapé.
O passeio pode ser conduzido por guia multilíngue, dependendo da disponibilidade.
Você pode alimentar lhamas, alpacas, avestruzes, pôneis, burros, coelhos, cabras, porcos e outros.
A viagem dura cerca de duas horas em cada sentido, dependendo do trânsito.
Seu dia inclui transfer privado de ida e volta do hotel em Medellín, transporte em veículo particular com seu guia-motorista para contar histórias e garantir risadas; entrada na fazenda de animais (com sacos de cenoura se quiser) ou degustação de frutas exóticas em mercado tradicional; tempo para subir o Peñol no seu ritmo; almoço com vista para o lago de Guatapé; além de passeios guiados pela cidade antes de voltar para casa cansado, mas feliz.
Já tentou alimentar uma lhama antes do café da manhã? Eu nunca tinha, mas foi assim que começou nosso passeio de um dia para Guatapé saindo de Medellín. Nosso guia, Camilo, me entregou um saco de cenouras e sorriu enquanto eu hesitava diante daquela lhama peluda que parecia entediada e meio julgadora. A fazenda estava cheia de sons — crianças rindo, algum pássaro gritando, e o som crocante das cenouras que dava uma satisfação estranha. Fui até encostado por uma alpaca (muito mais macia do que eu imaginava), e aí o Camilo perguntou se queríamos experimentar frutas exóticas da próxima vez — dizem que a Colômbia tem mais de 400 tipos. Quem sabe na próxima. Mas, sinceramente, o cheiro dos animais ficou nas minhas mãos por horas (de um jeito bom).
A viagem até o Peñol é cheia de colinas e plantações — cebolas, cana-de-açúcar, pés de café, se você souber onde olhar. O Camilo não parava de apontar coisas que eu jamais teria notado: “Isso é couve”, dizia, ou contava quando as pessoas começaram a subir a pedra (não faz tanto tempo assim). A subida é puxada — 749 degraus nessa enorme pedra que surge do nada. Minhas pernas já queimavam no degrau 400, mas tem algo no vento lá em cima e no lago lá embaixo que faz você esquecer o cansaço. No topo, tem cerveja gelada para vender (sim!) e cadeiras de plástico para sentar e ficar ali o tempo que quiser. Acho que ficamos mais tempo do que a maioria.
A cidade de Guatapé parece que alguém espalhou tinta colorida por toda parte de propósito. Os zócalos — aqueles painéis pintados em cada casa — são uma loucura: vacas de chapéu, barcos, flores. O Camilo explicou que cada um tem um significado ligado à família ou à história da casa; ele até nos levou na padaria favorita dele, onde vendem pastéis de goiaba que grudam nos dedos. O almoço foi truta à beira do lago (ainda lembro do limão e do coentro), seguido de um café tão forte que me fez piscar duas vezes. Depois, caminhar pela Rua da Memória foi um momento tranquilo — o sol estava quente, mas todo mundo parecia seguir seu próprio ritmo ali.

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