Você vai escalar a rota Via Ferrata de Whistler com um guia local—equipamento incluso—começando com uma caminhada no glaciar e terminando no topo da montanha. Prepare-se para escaladas, muitas risadas, degraus frios sob as mãos e vistas épicas que vão ficar na sua memória toda vez que olhar para uma montanha.
Não precisa ter experiência; iniciantes são bem-vindos desde que tenham preparo físico moderado.
A caminhada pelo glaciar leva de 30 a 45 minutos antes da escalada; o tempo total depende do ritmo do grupo.
Você recebe capacete, arnês, todo o equipamento de escalada e botas de caminhada se precisar.
Não, não inclui almoço; leve seus próprios lanches e água para os intervalos durante a escalada.
Leve calçados para caminhada (ou use as botas fornecidas), luvas, mochila pequena, água, lanches e uma jaqueta impermeável.
A idade mínima é 12 anos; crianças devem estar acompanhadas por um adulto.
Sim, o tour acontece em qualquer condição climática; vista-se adequadamente para o clima de montanha.
Não, o bilhete da Peak 2 Peak Gondola não está incluso; entre em contato com a MSAA para comprar separadamente.
Seu dia inclui todo o equipamento de escalada—capacete, arnês e botas de caminhada se precisar—e a orientação de um profissional local que vai te guiar com segurança da base do glaciar até o topo pela rota Via Ferrata de Whistler.
Eu não fazia ideia do que estava me metendo quando reservei o tour Via Ferrata em Whistler—só sabia que “via ferrata” soava meio assustador e muito intrigante. No topo da gôndola, nosso guia, Jamie, me entregou um capacete e um arnês (que me deram uma segurança estranha) e fez uma piada dizendo que até os moradores ficam nervosos na primeira vez. O ar lá em cima era mais rarefeito, com aquele cheiro puro de montanha que sempre me lembra neve, mesmo no verão. Começamos a caminhada pela base do glaciar, com as botas rangendo sobre pedaços de gelo antigo e pedras soltas. Estava mais frio do que eu esperava; meus dedos formigavam enquanto eu apertava as luvas.
A primeira parte da escalada me surpreendeu—imaginava escadas ou algo mais organizado, mas era só a gente se virando entre as pedras, rindo meio sem jeito quando alguém escorregava (confesso que fui eu). Jamie mostrou como prender no cabo de segurança antes de começarmos a subir de verdade. Os degraus de metal estavam frios e ásperos nas minhas mãos, mas depois de alguns passos virou quase um ritmo: passo, segurar, respirar. No meio do caminho, paramos para água e lanches, sentados numa saliência de onde dava para ver as nuvens passando lá embaixo. Alguém tentou tirar uma selfie em grupo, mas deixou cair a barrinha de cereal—foi aquela reação coletiva de “ai, não!”. Até hoje penso naquela vista do meio do caminho; parecia estar na beirada de algo gigantesco.
A última parte pareceu ao mesmo tempo interminável e rápida—minhas pernas tremiam, mas daquela forma boa, como depois de uma corrida longa. Quando finalmente chegamos ao topo da Whistler Mountain, ninguém falou muito no começo. Só havia vento, céu e aquelas pessoas pequenininhas lá embaixo nas trilhas. Jamie sorriu para a gente como se soubesse exatamente o que estávamos sentindo (provavelmente sabia). Sinceramente? Não esperava sentir tanto orgulho—e tanta fome—por algo que nunca tinha feito antes.
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