Você vai subir pela gôndola Blackcomb entre as encostas de floresta antes de se lançar pela tirolesa mais longa da América do Norte, cruzando o vale de Whistler. Com todo equipamento incluso e um guia local te acompanhando do começo ao fim, prepare-se para adrenalina, vistas incríveis e uma história para contar várias vezes.
A tirolesa Sasquatch tem mais de 2 quilômetros (mais de 1,2 milhas) de extensão.
Sim, o uso de capacete e arnês está incluso na sua reserva.
Sua reserva inclui acesso à gôndola durante o horário de funcionamento, motorista profissional, uso de capacete e arnês, além de estações com álcool em gel.
Participantes devem ter no mínimo 10 anos e pesar entre 34 e 125 kg.
O passeio acontece na maioria das condições climáticas; vista-se adequadamente. Se for cancelado por mau tempo, você recebe nova data ou reembolso.
O acesso é pela gôndola Blackcomb; depois de cruzar a tirolesa, você caminha até a estação intermediária da gôndola Whistler para descer até o vilarejo.
Jovens entre 10 e 18 anos devem estar acompanhados por um adulto com 19 anos ou mais.
Use calçados fechados (sem sandálias ou chinelos) e roupas adequadas para o clima de montanha.
Seu dia inclui acesso às gôndolas Blackcomb e Whistler durante o horário de funcionamento, motorista profissional até a plataforma de lançamento, uso de capacete e arnês para segurança durante o passeio, além de várias estações com álcool em gel antes do retorno ao vilarejo de Whistler.
A primeira coisa que percebi foi o silêncio lá em cima—só nós poucos na gôndola Blackcomb, deslizando sobre as árvores. Nosso guia, Jamie, apontou onde começa a tirolesa Sasquatch, muito mais alto do que eu imaginava. Minhas mãos já estavam suando antes mesmo de chegarmos na plataforma de lançamento. O cheiro de pinho estava no ar e dava para ouvir um som leve de rio lá embaixo. O capacete ficou bem firme, mas pra ser sincero, eu estava mais preocupado se meu cadarço não fosse desamarrar do que qualquer outra coisa.
Em pé na beirada, olhando para o vale todo—são mais de dois quilômetros até o outro lado—me prenderam no equipamento e de repente só existia vento e céu. O primeiro segundo é uma queda livre; meu estômago deu um nó (não vou negar, até dei um gritinho). Depois é só voar. O ar gelado bate no rosto e você vê os lagos brilhando lá embaixo, pontinhos de gente andando pelo vilarejo de Whistler. Jamie gritou algo sobre a vista do glaciar, mas eu mal ouvi por causa do meu próprio coração acelerado.
Depois de aterrissar (com as pernas bambas), caminhamos até a estação intermediária da gôndola Whistler. Todo mundo sorrindo feito bobo—alguém tentou me dar um high-five, mas eu perdi porque minhas mãos ainda tremiam. É aquela mistura de alívio com vontade de fazer tudo de novo na hora. É engraçado como passa rápido depois de toda aquela tensão. Mais tarde, toda vez que fechava os olhos, ainda sentia aquele frio na barriga, sabe?

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