Você vai calçar waders perto dos lagos e rios de Whistler, guiado por quem conhece cada curva e história. Sinta o ar das geleiras no rosto enquanto pesca trutas selvagens ou salmões (só pescar e soltar), compartilhe risadas à beira do rio e volte com as botas enlameadas — e talvez uma lembrança inesquecível.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluso para todos os participantes.
Não, todas as varas, iscas, waders e botas são fornecidas.
A idade mínima é 10 anos.
Não, o passeio segue a regra rígida de pescar e soltar, sem exceções.
Os passeios não são privados; seu grupo pode ser combinado com outros.
Não inclui almoço; recomendamos levar seus próprios lanches.
O peso deve estar entre 36 e 127 kg (80 a 280 lbs) por limitações do equipamento.
Sim, os passeios acontecem em todas as condições, exceto quando for inseguro.
O dia inclui transfer de ida e volta do hotel em Whistler Village, todas as varas e iscas necessárias, além de waders e botas para você entrar nos rios alimentados por geleiras sem se preocupar em se molhar. Um guia local acompanha todo o percurso — só traga seu espírito aventureiro (e talvez meias secas).
“Vai querer enfiar a meia dentro da bota,” disse nosso guia, me entregando um par de waders que parecia muito mais estiloso do que eu esperava. Entramos na van logo fora da Whistler Village — eu, dois amigos e um casal de Vancouver que nunca tinha segurado uma vara de pesca. A viagem foi curta, mas eu ficava olhando pela janela, meio que esperando ver um urso (não vimos, mas alguém jurou que ouviu um). O ar cheirava a agulhas de pinheiro molhadas — meio forte, meio doce — e minhas botas faziam barulho de água enquanto descíamos até a margem do rio.
Eu achava que a pesca seria lenta e silenciosa, mas aqui não é assim. Nosso guia — Ben — nos mostrou como lançar a linha do jeito certo. Ele tinha um jeito de contar histórias sobre a migração dos salmões e o derretimento das geleiras enquanto desfazia meus nós desastrosos (até hoje não sei como fazia os dois ao mesmo tempo). Teve um momento em que tudo ficou em silêncio, só o som da água correndo e meu coração batendo forte porque senti um puxão. Era uma truta selvagem — pequena, mas valente — e o Ben me ajudou a soltá-la de volta. Aqui é só pescar e soltar; ele falou que não tem negociação. Agora entendo o porquê.
Passamos horas explorando as fozes dos riachos e as pedras, trocando varas e lanches com o pessoal do grupo. Alguém tentou me ensinar um nó chamado “clinch”, mas eu fiz um desastre — levei uma zoação boa por isso. As nuvens estavam baixas sobre os picos, deixando tudo com um tom meio azul-prateado. No fim, minhas mãos estavam geladas, mas eu nem ligava; tem algo em ficar na água gelada das geleiras que te deixa estranho, mas de um jeito bom. Ainda lembro daquela paisagem às vezes.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?