Pedale pelas ciclovias e florestas de Vancouver com um guia local, parando para admirar a vista do skyline no Stanley Park e almoçar no mercado de Granville Island. Ouça histórias sobre as origens agitadas de Gastown, aproveite momentos de silêncio sob cedros centenários e explore os mercados no seu ritmo — com boas risadas pelo caminho.
O passeio dura cerca de 5 horas do começo ao fim.
Não, o almoço não está incluído — você terá tempo livre para comprar sua refeição no Granville Island Public Market.
Sim, o aluguel da bike, capacete e cadeado estão incluídos no preço do passeio.
O trajeto é tranquilo e indicado para todos os níveis de preparo; crianças a partir de 10 anos podem participar.
Sim — o passeio acontece faça chuva ou faça sol! Capas de chuva estão disponíveis se precisar.
Você vai conhecer Stanley Park, English Bay, Granville Island, False Creek, Olympic Village, Science World, Chinatown e Gastown.
O grupo é limitado a 9 pessoas mais o guia, para uma experiência mais personalizada.
O passeio começa na loja da Cycle City Tours, no centro de Vancouver, perto das ciclovias protegidas.
Seu dia inclui o uso de uma bicicleta urbana de alta qualidade, capacete e cadeado fornecidos pela Cycle City Tours. Um guia local profissional acompanha seu grupo pequeno pelos principais pontos de Vancouver — é só levar você mesmo (e talvez uma jaqueta leve), porque o resto está tudo organizado para um passeio fácil pela cidade.
Quase caí antes mesmo de sair da loja — o meio-fio na frente da Cycle City é mais alto do que parece. Nosso guia, Jamie, só sorriu e falou: “Relaxa, todo mundo passa por isso.” Gostei dele na hora. O grupo era pequeno (nove pessoas, mais o Jamie), então ninguém se perdeu ou ficou com pressa. Os primeiros minutos na ciclovia protegida foram meio desajeitados, mas quando chegamos na beira do Stanley Park e o ar mudou — cheiro de cedro e musgo úmido — comecei a me sentir à vontade.
O Stanley Park é maior do que eu imaginava. Tem um momento em que você pedala pela ciclovia à beira-mar e, do lado esquerdo, a skyline da cidade parece flutuar sobre a água, enquanto do lado direito só tem samambaias e aqueles cedros antigos que o Jamie não parava de mostrar. Ele contou que um deles tem mais de 600 anos. Alguém do grupo tentou abraçá-lo (nem chegou perto). Vimos um garça parada tão imóvel entre os juncos que achei que era estátua. A chuva não veio, mas dava para sentir no ar — aquele cheiro de pedra molhada que sempre me lembra cidades costeiras.
O almoço foi no Granville Island Public Market, que é meio caótico se você está com fome e indeciso. Acabei escolhendo um sushi de salmão meio apimentado e um doce que parecia de cardamomo (ainda não sei o nome). Ninguém nos apressou — o Jamie só falou para a gente voltar para as bikes quando estivesse pronto. Depois seguimos pela cúpula brilhante do Science World (com crianças acenando lá dentro), e passamos pelo Olympic Village, onde tudo parece novo, mas as pessoas ainda cumprimentam ao passar.
A última parte foi em Gastown. Jamie contou histórias do Gassy Jack e como Vancouver começou meio que numa briga de bar — a história é bem mais bagunçada do que os folhetos dizem. Minhas pernas já estavam cansadas, mas eu não queria que acabasse ainda. Tem algo em ver a cidade na altura do guidão, com o vento no rosto, que faz você se sentir parte daquele lugar por um instante. Mesmo que quase tenha caído no começo.
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