Você desembarca do cruzeiro no Canada Place e encontra seu motorista particular para um trajeto direto até o Aeroporto de Vancouver — sem espera ou multidão de ônibus. Com horários flexíveis e ajuda com as malas, dá para respirar antes do voo no YVR. É uma viagem simples, mas às vezes é tudo que a gente quer depois de dias no mar.
Sua viagem inclui transporte privado do Terminal de Cruzeiros Canada Place até o Aeroporto de Vancouver (YVR), pickup na porta D com ajuda da equipe local do porto, impostos GST e gorjetas inclusos, além de assistência com as malas — para você só se preocupar em chegar no voo sem estresse.
As avaliações vêm de viajantes que reservaram esta mesma experiência. Não as editamos nem filtramos.
Ler todas as avaliações ›Vou ser sincero, quase perdemos o ponto de encontro no Canada Place porque fiquei distraído com o cheiro daqueles pãezinhos de canela vindo do terminal. Meu parceiro estava carregando três malas e reclamando das filas da alfândega, mas conseguimos passar. Aquele momento de finalmente sair para o lado de fora é único — o ar tem aquele cheiro salgado de Vancouver, misturado com um toque de diesel dos ônibus que ficam parados por perto. Seguimos as placas para “Limousines & Shuttles” (Porta D — não esqueça disso), mas ainda fiquei na dúvida se estávamos no lugar certo até um atendente do porto acenar para a gente. Foi quase uma vitória.
O pessoal do porto avisou nosso motorista pelo rádio, que chegou uns oito minutos depois — nada mal, considerando o movimento. Ele se apresentou como Raj e logo se ofereceu para ajudar com a nossa montanha de bagagens (acho que ele até riu da minha tentativa de equilibrar tudo). O carro estava impecável e tinha um cheirinho suave de lenço umedecido de limão, o que achei ótimo depois de uma semana no mar. Raj perguntou o horário do nosso voo e conferiu com a agenda dele — parece que eles realmente acompanham para garantir que você não perca o horário no YVR. Ele até contou um pouco sobre os bairros por onde passamos saindo do centro; consegui ver os prédios de tijolos de Gastown pela janela molhada pela chuva. Nada luxuoso, só eficiente — exatamente o que eu precisava depois daquela correria do cruzeiro.
Não esperava me sentir tão aliviado só de estar sentado no banco de trás, vendo as ruas molhadas passarem enquanto outra pessoa cuidava do caminho. Tem algo em ver Vancouver ficando para trás — céu cinza, guarda-chuvas coloridos por toda parte — que faz você perceber o quanto viajar pode ser cansativo. Raj falou dos seus lugares favoritos para comer dim sum em Richmond (anotei um, mas acho que escrevi errado), e depois deixou a gente relaxar quase o trajeto todo. Quando chegamos no Aeroporto de Vancouver, senti uma gratidão estranha por aqueles trinta minutos de pausa entre as viagens. Nem todo transfer te dá esse respiro que a gente realmente precisa.
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