Você vai andar no trem de bambu de Battambang por campos abertos, provar arroz pegajoso fresco numa vila, subir os degraus do templo Wat Banan, refletir nas Cavernas da Morte e terminar o dia vendo milhões de morcegos saindo ao entardecer — tudo com guia local e almoço incluído.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o barulho do trem de bambu — um clack-clack mais alto do que eu esperava, e, para ser sincero, até empolgante. Saímos cedo de Siem Reap, quando os campos de arroz começavam a soltar vapor sob o sol da manhã. Nosso guia, Dara, sorria enquanto balançávamos pela paisagem verde, com búfalos d’água pastando. Tentei acenar para umas crianças na beira da linha, mas quase perdi meu chapéu. O passeio durou uns 20 minutos, mas parecia uma viagem para um mundo mais lento, com o ar cheiroso de fumaça e capim doce.
Descemos perto de uma vila pequena, onde Dara nos apresentou a uma senhora que fazia arroz pegajoso em tubos de bambu. Ela riu quando tentei falar “num ansom” (deve ter saído todo errado). O arroz estava quentinho e com um sabor de castanha — melhor que qualquer lanche que já comi em casa. Depois fomos para o Wat Banan: 365 degraus subindo sob a sombra das frangipanis, com os monges pendurando suas túnicas laranja para secar. Não vou mentir, parei para respirar no meio do caminho. No topo, estávamos só nós e alguns locais acendendo incenso — as pedras do templo estavam frescas ao toque.
Não esperava que as Cavernas da Morte fossem tão silenciosas. Dara contou histórias enquanto descíamos para as sombras — a voz dele era baixa, quase reverente. Tem algo em ver a luz do sol entrando por uma abertura acima dos ossos que te deixa em silêncio também. A vista do vale de Battambang lá de cima é vasta e verde; difícil de imaginar o que aconteceu dentro daquelas paredes.
A última parada foi na caverna dos morcegos de Phnom Sampeau para o pôr do sol. Subimos por um caminho rochoso (minhas pernas já reclamavam) e esperamos com um grupo de locais e viajantes. De repente, um rio de morcegos saiu voando — milhões, disse Dara — e todo mundo ficou em silêncio, uma cena rara hoje em dia. Até agora consigo ouvir o bater das asas se pensar demais.
O tour dura o dia todo, incluindo o deslocamento — cerca de 3 horas de carro ou van em cada trecho entre Siem Reap e Battambang.
Sim, o almoço está incluso, assim como água mineral e lanches durante o passeio.
O trem de bambu é um trajeto curto, ao ar livre, em uma plataforma simples sobre os trilhos, passando pelo campo perto de Battambang — é meio instável, mas muito divertido.
Sim, todas as entradas para templos e cavernas estão cobertas na reserva.
É recomendado ter condicionamento moderado — há 365 degraus no Wat Banan e algumas subidas em Phnom Sampeau.
Sim, o traslado do hotel em Siem Reap está incluso com transporte privado para Battambang.
Sim, um guia local acompanha você durante todo o dia para todas as atividades.
Bebês podem participar, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o transporte; não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos.
Seu dia inclui traslado do hotel em Siem Reap com transporte privado e ar-condicionado até Battambang, todas as entradas para locais como Wat Banan e as Cavernas da Morte em Phnom Sampeau, água mineral e lanches durante o caminho, almoço tradicional cambojano, além de passeios de tuk tuk entre os pontos antes do retorno à noite.


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