Rio de Janeiro: Tour a Pé pela Pequena África, Samba e História da Escravidão
O Cais Onde Chegaram 900 Mil: A Pequena África do Rio e Sua História
Você vai caminhar pelo Porto do Rio com um guia, visitando o Cais do Valongo (onde chegaram 900 mil africanos), os pontos históricos do samba na Pedra do Sal, a estátua de Mercedes Baptista, o mural Etnias e dois museus dedicados à história e arqueologia afro-brasileira. O tour dura cerca de quatro horas, inclui veículo com ar para descanso e mostra a chegada, resistência e legado cultural que moldaram o Brasil moderno.
Opções desta experiência
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Roteiro passo a passo
Conheça a cultura da Pequena África
- Encontro no Museu de Arte do Rio
- Visita à estátua de Mercedes Baptista no Largo da Prainha
- Exploração da história do samba na Pedra do Sal
- Tour pelo patrimônio do Cais do Valongo
- Visita ao mural Etnias na Zona Portuária
- Conheça o Museu MUHCAB na Pequena África
- Caminhada até o museu e sítio arqueológico IPN
O que está incluído
O tour inclui guia local, veículo com ar-condicionado para descanso entre as paradas e entrada nos locais visitados: ponto de encontro no Museu de Arte do Rio, Pedra do Sal, Cais do Valongo, mural Etnias, Museu MUHCAB e sítio arqueológico e museu IPN. Transporte público fica próximo caso precise.
Horários
- Segunda 09:00 09:30 10:00 10:30 14:00 14:30
- De terça a sexta 09:00 09:30 10:30 14:00
- Sábado e domingo 09:00 09:30 10:00 10:30 14:00
Antes de reservar
Operado por Florencios Tour
Preços e horários atualizados há 2 dias
Avaliações de viajantes
A experiência
Os degraus de pedra da Pedra do Sal estão lisos pelo tempo, marcados pelas mãos que descarregavam sal de Portugal no século XIX: mãos de africanos escravizados que depois ficaram para criar o samba nas casas acima. O passeio começa no Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá, e segue pelo bairro do Porto com um guia que conhece o lugar não só como um ponto histórico, mas como um espaço vivo onde essa história pulsa pelas ruas. São cerca de quatro horas caminhando, passando por seis paradas que contam a chegada, a resistência e o florescimento cultural do Brasil africano.
O Cais do Valongo é o coração do tour: um cais tombado pela UNESCO, construído em 1811, onde cerca de 900 mil africanos escravizados pisaram pela primeira vez na América do Sul. As marcas arqueológicas ainda aparecem nas pedras, e estar ali é ver a maior evidência física do tráfico de escravos nas Américas. Depois, você segue para o Largo da Prainha, onde fica a estátua de Mercedes Baptista, a primeira mulher negra a integrar o balé do Teatro Municipal, na década de 1940. O guia explica o significado disso, uma porta que se abriu numa cidade que antes as mantinha fechadas.
Na própria Pedra do Sal acontecem até hoje rodas de samba. Os sambistas e trabalhadores do cais se reuniam nas casas de mulheres baianas depois do trabalho, e nomes como Pixinguinha tocavam ali com frequência. Hoje, o local continua sendo um ponto de encontro, cheio de música e vida. Você também verá o mural Etnias, uma pintura de 3 mil metros quadrados feita para as Olimpíadas de 2016: cinco representantes tribais de diferentes continentes, pintados em dois meses com mais de 3 mil latas de spray. Depois vem o MUHCAB, o museu da Pequena África, que conta a história da chegada no Valongo e os marcos da afirmação negra no Brasil. A última parada é o IPN, um sítio arqueológico e museu construído onde ficava o Cemitério dos Pretos Novos, hoje um espaço cultural que oferece oficinas sobre a história e a vida negra contemporânea no Rio.
Use calçado confortável e leve água. O guia está incluso, e há um veículo com ar-condicionado disponível para quem precisar descansar entre os pontos, embora o foco seja caminhar: é assim que você vive o bairro, do jeito que as pessoas realmente vivem, e não só passando por ele. O transporte público fica perto, caso precise. O passeio não tem pressa. Deixa os lugares falarem por si, enquanto o guia complementa o que as pedras não conseguem contar sozinhas.
É para você?Este passeio é para quem quer entender como a história africana moldou o Brasil moderno e o próprio Rio: o ritmo da caminhada e o guia permitem absorver a história do bairro sem pressa, enquanto os museus dão contexto e profundidade ao que você vê nas ruas.
Compare as 12 alternativas












Perguntas frequentes
Em quais idiomas há guia?
Guia ao vivo em inglês, espanhol e português.
Crianças podem ir?
Sim. Tipos de ingresso: Criança (5 a 10 anos). Menores de 5 anos: não podem ser incluídos na reserva.
O que acontece se chover?
Pode ser cancelado por mau tempo. Se isso acontecer, você poderá escolher outra data ou o reembolso. Cancelamento grátis até 24 h antes da saída.
Onde encontro o guia?
No Museu de Arte do Rio, Praça Mauá, 5, Centro, Rio de Janeiro. Não há serviço de busca em hotel para este passeio.
Quanto tempo dura o tour a pé?
Em média quatro horas, com seis paradas principais pelo bairro do Porto.
O que é o Cais do Valongo?
Um cais tombado pela UNESCO, construído em 1811, onde cerca de 900 mil africanos escravizados desembarcaram na América do Sul. É a maior evidência física do tráfico de escravos nas Américas.
Tem transporte entre as paradas?
Sim, um veículo com ar-condicionado está disponível para descanso entre os trechos a pé.
Quais museus estão incluídos?
O MUHCAB, que conta a história da chegada no Valongo e a afirmação negra no Brasil, e o IPN, um sítio arqueológico e museu no antigo Cemitério dos Pretos Novos.
O tour é indicado para pessoas com mobilidade reduzida?
O passeio envolve caminhada ao ar livre e não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular. Transporte público fica próximo para quem precisar.
O que é a Pedra do Sal?
Um local histórico onde africanos escravizados descarregavam sal e deixaram marcas nos degraus no século XIX. É o berço do samba urbano carioca e ainda hoje um ponto de encontro cultural e musical.
Rio de Janeiro: Tour a Pé pela Pequena África, Samba e História da Escravidão
3h30m · EN · ES · PT
a partir de US$ 86 por pessoa
No próximo passo, você escolhe a data e o número de viajantes e vê o preço final.































