Você vai dar a volta em Barbados em um grupo pequeno com transporte incluso — provando rum punch sob árvores de mogno no Cherry Tree Hill, sentindo o spray do mar na Animal Flower Cave, almoçando perto do mar no Scotland District e explorando os corredores fresquinhos da St. John’s Parish Church. Espere risadas com o guia e momentos que ficam na memória muito depois do passeio.
O passeio dura cerca de 6 horas, incluindo paradas para passeios e almoço.
Sim, o almoço no estilo caribenho está incluído durante a parada na costa leste.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel ou porto está incluído na reserva.
Você vai visitar Speightstown, Animal Flower Cave, Cherry Tree Hill (com rum punch), Scotland District para o almoço e a St. John’s Parish Church.
Bebês são bem-vindos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sim, é indicado para todos os níveis, pois as atividades envolvem caminhadas leves e paradas para sightseeing.
Sim, um rum punch cortesia é servido no Cherry Tree Hill como parte da experiência.
Por favor, informe qualquer restrição alimentar no momento da reserva para que possamos providenciar o almoço adequado.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado do hotel ou porto, guia local mostrando as costas de Barbados; entrada em atrações como Animal Flower Cave; rum punch no Cherry Tree Hill; almoço tradicional barbadiano à beira-mar; e retorno ao seu hotel antes do anoitecer.
Vou ser sincero — quase perdi o começo porque me distraí com um vendedor de pão de coco na rua, bem em frente ao meu hotel. Mas o nosso motorista, Andre, só sorriu e acenou, como se fosse normal. O micro-ônibus tinha um cheiro leve de protetor solar e algo doce (talvez goiaba?), e todo mundo parecia meio sonolento até chegarmos em Speightstown. Um senhor vendia mangas e piscou pra mim quando tentei pechinchar — acho que ele deixou eu ganhar mais por pena do que por outra coisa.
A Animal Flower Cave foi mais barulhenta do que eu esperava, com o vento e o som das ondas batendo lá embaixo ecoando forte. O Andre contou histórias sobre a costa norte enquanto ficávamos na beirada — dava pra sentir o gosto do sal no ar, de verdade — e alguém apontou onde o Atlântico encontra o Caribe. Não é uma linha visível nem nada dramático, mas dá pra sentir no vento. No Cherry Tree Hill, nos serviram rum punch (mais forte do que imaginei) e algumas mulheres vendiam cestinhas feitas de folhas de palmeira. Comprei uma só porque a moça sorriu tão largo quando peguei a cesta.
O almoço foi à beira-mar, no Scotland District — peixe voador com arroz e ervilhas, nada sofisticado, mas perfeito depois de tanto ar salgado. Tinha um grupo de surfistas no Soup Bowl, só pontinhos se mexendo nas ondas agitadas. Depois fomos à St. John’s Parish Church; aquela pedra antiga e o frescor das sombras dentro, com janelas que parecem olhar para sempre as colinas verdes. O Andre disse que a igreja está de pé desde 1645, é louco pensar nisso enquanto você encosta na parede e vê as nuvens passando.
Não esperava sentir tanta coisa só dirigindo por Barbados — talvez tenha sido a mistura de músicas no rádio (calypso num momento, Rihanna no outro), ou como todo mundo parecia conhecer o Andre em cada parada. O passeio de um dia por Barbados saindo de Bridgetown realmente mostra todos os tipos de costa daqui: brisas suaves de um lado, spray selvagem do outro. Às vezes ainda lembro daquela vista do Cherry Tree Hill quando preciso fugir do barulho da cidade em casa.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?