Você vai pilotar um ATV pelas trilhas de areia de Great Exuma com um guia local, parando em pontos históricos como o Memorial Pompey e antigos abrigos contra furacões. Prove produtos fresquinhos na fazenda do PJ, explore cavernas de piratas, observe tubarões-bebês em bancos rasos e termine procurando dólares-da-areia na praia Cocoplum. Risadas, histórias e momentos inesperados que ficam na memória.
O passeio guiado de ATV dura cerca de 3 horas do começo ao fim.
Não precisa — os ATVs são fáceis de pilotar mesmo para quem nunca dirigiu.
Você vai conhecer a fazenda do PJ, abrigo histórico contra furacões, Memorial Pompey e ruínas da prisão em Steventon, uma caverna natural, a comunidade de Rolleville, bancos rasos com vida marinha e a praia Cocoplum.
Sim — crianças podem ir como passageiras se a reserva for feita corretamente (veja detalhes na reserva).
Sim — água mineral está incluída para todos os participantes.
Você pode entrar na água ou explorar as praias, mas nem toda parada garante tempo para nadar.
Não há transporte do hotel; opções de transporte público ficam próximas.
Seu dia inclui ATVs abastecidos prontos para rodar, água mineral para se refrescar sob o sol das Bahamas e a companhia de um guia local amigável que conhece cada história por trás das paradas — desde as degustações na fazenda do PJ até as cavernas usadas por piratas — tudo isso em três horas de exploração verdadeira pela ilha.
“Fica tranquilo, você pega o jeito rapidinho!” Foi o que nosso guia, Marcus, me disse ao entregar as chaves do ATV em Great Exuma. Ri meio nervoso — nunca tinha pilotado um antes, mas, sinceramente, depois de alguns minutos pulando naquela trilha de areia, parecia pura liberdade. O ar tinha cheiro de sal e algo verde (talvez da fazenda do PJ?), e dava pra ouvir o som baixo dos grilos escondidos no mato. Paramos no antigo abrigo contra furacões — construído em 1848 — e Marcus contou que as pessoas ainda usam ele quando as tempestades chegam. É curioso e reconfortante tocar uma parede que já viu tanta coisa.
Não esperava me envolver tanto na história do Pompey, no memorial em Steventon. Marcus explicou como ele liderou uma revolta aqui em 1830 — não deixou seu povo ser levado para outra ilha. Dá pra sentir a importância disso só de ficar ali perto das ruínas da prisão. Depois seguimos de novo, levantando poeira, até chegar numa praia escondida onde a água tinha todos os tons de azul que eu já vi (e uns que nem imaginava). Alguém achou um fóssil nas pedras — eu só sentei um pouco com os pés na areia.
A parada na caverna foi demais. Não é enorme, mas pensar em piratas se escondendo ali me fez sorrir. Tem grafite riscado na pedra, de sabe-se lá quando, e o eco ficou ainda mais legal quando Marcus contou sobre o “homem das cavernas solitário” que teria vivido lá por anos. Depois passamos por Rolleville — a maior comunidade de Exuma, pelo visto — e acenamos para umas crianças brincando na beira da estrada. O sol estava forte, mas sem castigar; sabe aquela luz intensa que ainda não queima?
A parte final foi provavelmente minha favorita: bancos de areia rasos onde pequenos tubarões-limão nadavam entre os tornozelos se você ficasse parado (tentei… eles são rápidos). Terminamos na praia Cocoplum procurando por dólares-da-areia sob nuvens brancas incríveis. Meus sapatos já estavam cheios de areia há tempos e eu nem ligava mais. Tudo parecia ao mesmo tempo relaxado e épico. Até hoje me pego lembrando das cores ou do Marcus rindo enquanto tentávamos falar nomes de peixes em bahamense — acho que estraguei todos.
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