Evite filas no Palácio Schönbrunn e siga um guia local pelos salões imperiais cheios de história e detalhes discretos. Ouça histórias reais sobre os Habsburgos de Viena antes de relaxar nos jardins tranquilos do palácio — onde o barulho da cidade desaparece por um tempo. É um passeio que você não só vê, mas sente ficar com você depois.
Sim, o tour garante entrada sem fila no Palácio Schönbrunn.
Você vai conhecer 22 salas imperiais durante o passeio guiado.
Fones são fornecidos para grupos com 10 pessoas ou mais, para que todos ouçam claramente.
O ponto de encontro é no Group Center Schönbrunn, bem em frente à entrada principal.
Sim, após visitar o interior do palácio, o guia leva você por partes dos jardins.
Não há espaço para guardar bolsas grandes ou carrinhos no Palácio Schönbrunn.
Se você chegar atrasado, não poderá participar nem receber reembolso devido ao horário reservado.
Seu dia inclui entrada rápida sem fila no Palácio Schönbrunn, tour guiado por 22 salas imperiais com histórias contadas por um guia local licenciado, uso de fones para grupos maiores para não perder nenhum detalhe, todos os impostos e taxas inclusos — e termina com um passeio pelos famosos jardins do palácio antes de voltar ao ritmo normal de Viena.
Confesso que estava um pouco apreensivo com a quantidade de gente no Palácio Schönbrunn — um dos pontos mais visitados de Viena sempre fica cheio. Mas nossa guia, Anna, simplesmente nos fez passar pela fila enorme como se fosse nada. Ela falava com uma calma que parecia até que já tinha vivido ali dentro. Assim que entramos, o ar mudou — ficou mais fresco, com um leve cheiro de madeira antiga e cera. Eu não parava de olhar para os tetos (são incríveis), mas a Anna nos chamava atenção para detalhes pequenos: uma folha de ouro desgastada aqui, uma expressão estranha num retrato ali. Ela contou que Maria Teresa andava por esses mesmos corredores — tentei imaginar, mas era difícil não me distrair com tantos lustres.
A entrada sem fila salvou a gente de esperar muito (vi gente ainda na fila lá fora uma hora depois). Nas 22 salas imperiais, dá pra sentir tudo que rolava ali — bailes na Grande Galeria, reuniões secretas no Salão das Cerimônias. A Anna compartilhou histórias de fofocas da corte e dramas familiares; até riu quando alguém pronunciou “Habsburgo” errado (acho que eu também). O palácio parecia menos um museu e mais a casa super chique de alguém que ficou parada no tempo.
Depois, saímos para os jardins. Tinha um silêncio meio estranho, mesmo com bastante gente por perto — só o som dos passarinhos e fontes distantes. As estátuas pareciam até entediadas sob a luz nublada. A Anna mostrou onde ficam as ruínas romanas (que na verdade não são ruínas de verdade, o que me fez sorrir), e subimos até a Gloriette para ter uma vista dos bosques de Viena. Meus sapatos ficaram enlameados, mas nem liguei; aquela vista fica na cabeça muito mais do que você imagina.
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