Você vai navegar num raft feito sob medida pela costa de Mooloolaba em grupo pequeno, ouvir histórias locais do guia e observar tartarugas perto da Ilha Mudjimba. Prepare-se para o vento no rosto, risadas e vistas incríveis do farol de Point Cartwright — com momentos de calmaria que vão ficar na memória.
A duração exata não é informada, mas a maioria dos passeios cobre vários pontos da costa e inclui tempo para observar tartarugas perto da Ilha Mudjimba.
Não há menção de traslado; os participantes devem chegar por conta própria ao ponto de partida em Mooloolaba.
Crianças precisam ter pelo menos 5 anos para fazer o passeio de tartarugas em Mooloolaba.
O passeio não é recomendado para quem tem lesões na coluna, problemas cardíacos ou está grávida.
O grupo máximo é de 23 pessoas por saída.
As tartarugas costumam ser vistas perto da Ilha Mudjimba (Old Woman Island), a cerca de 1 km da costa de Mooloolaba.
Você passa pela Praia de Mooloolaba, o farol de Point Cartwright com seu reservatório mural, e a costa de Alexandra Headland.
Sim, todas as taxas e impostos já estão incluídos no valor da reserva.
Seu dia inclui todas as taxas e entradas pagas antecipadamente ao embarcar num RIB de 12m feito sob medida em Mooloolaba, em grupo pequeno — com comentários animados do capitão local enquanto você navega pelas praias e procura tartarugas perto da Ilha Mudjimba antes de voltar juntos para a costa.
“Fiquem de olho na água — às vezes elas aparecem quando menos se espera”, sorriu nosso capitão, Dave, enquanto distribuía os casacos impermeáveis. Eu ainda estava fechando o meu quando o motor começou a roncar baixinho, e, pra ser sincero, me senti como uma criança prestes a aprontar. O sol da manhã já brilhava forte sobre a Praia de Mooloolaba, mas o vento no RIB (aquele barco inflável rígido, para quem não conhece) deixava tudo mais fresco — quase frio se você se entregasse a ele. Éramos só uns 15, então ninguém se perdia no meio da galera. Dave tinha o costume de contar curiosidades — como o farol de Point Cartwright ser pintado com criaturas do mar porque “branco simples era muito sem graça para os locais”.
O barco cortava rápido a costa, pulando o suficiente para arrancar risadas, mas sem derrubar o café de ninguém (não que alguém tivesse coragem de levar um). Vi flashes de Alexandra Headland — gente passeando com cachorro, surfistas preparando as pranchas — e então viramos rumo à Ilha Mudjimba. Foi quando o ritmo desacelerou. Dave contou uma história antiga sobre Coolum ter perdido a cabeça numa briga e essa cabeça ter virado a ilha. Eu não esperava me importar com lendas locais, mas o jeito dele contar ficou na minha cabeça. Fiquei ali, quieto, olhando o azul, procurando tartarugas. Quando uma finalmente apareceu — uma carapaça escura subindo para respirar — parecia que todos tínhamos prendido a respiração juntos.
Eu nunca tinha percebido o quanto o cheiro do mar é forte até estar bem ali em cima — salgado e quase doce ao mesmo tempo. Alguém atrás de mim sussurrou “ali!” e apontou; outra tartaruga apareceu, mais perto dessa vez. Tentei tirar foto, mas só consegui registrar água borrada e meu próprio dedo no meio da imagem. Não foi meu melhor clique. Mesmo assim, ver aquelas tartarugas vivendo seu momento valeu cada respingo.
Na volta, Dave nos levou passando pelo reservatório mural perto do farol de Point Cartwright e fez piada dizendo que até hoje se perde, mesmo morando aqui há vinte anos. O caminho de volta pareceu mais rápido, talvez porque todo mundo estava mais solto — trocando histórias ou simplesmente aproveitando o último borrifo de água salgada antes de voltar à terra firme. Fico pensando naquele silêncio perto da Ilha Mudjimba; mesmo com toda a potência do motor, foi um momento de paz.
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