Você vai criar seu próprio blend de vinho para curtir no almoço, provar vinhos em três vinícolas boutique de Margaret River, se divertir num almoço descontraído, experimentar chocolates locais e terminar o dia numa microcervejaria animada — com transporte incluso. Prepare-se para boa comida, companhia leve e momentos que ficam na memória.
O passeio dura o dia todo, saindo de Margaret River e incluindo várias paradas em vinícolas e cervejaria.
Sim, o almoço gourmet na vinícola inclui pizzas, batatas fritas e saladas.
Você mistura diferentes vinhos usando béqueres e pipetas para criar seu próprio blend e aproveitar no almoço.
Sim, há pickup e drop-off gratuitos no seu hotel em Margaret River.
Você visita três vinícolas boutique premiadas durante o tour.
A última parada é numa microcervejaria local, onde você pode provar cervejas artesanais se quiser.
Sim, mas é preciso avisar a empresa sobre qualquer restrição pelo menos 24 horas antes do passeio.
Sim, é indicado para todas as condições físicas, pois envolve pouca caminhada.
O seu dia inclui pickup e drop-off gratuitos no hotel em Margaret River, experiência prática de blend de vinhos para criar sua própria garrafa para o almoço, degustações em três vinícolas boutique, prova de chocolates locais, almoço descontraído com pizza gourmet e acompanhamentos — e termina numa microcervejaria local antes de voltar para o hotel.
Sempre ouvi falar da cena de vinhos em Margaret River, mas confesso que não esperava que fosse tão tranquila e acolhedora. A manhã começou com nosso guia — o Dave, que parece conhecer cada estradinha e dono de vinícola da região — nos buscando na porta do hotel. Sem complicação. Seguimos pela Caves Road com as janelas abertas; o aroma de eucalipto e aquele cheirinho terroso típico do lugar no ar. Alguém no grupo viu cangurus em um campo ali perto — esses detalhes só aparecem quando você está com calma, sem pressa.
O momento que eu mais queria era o do blend de vinhos (confesso que estava meio nervoso, não sou nenhum expert). Mas foi muito mais divertido do que difícil. Usamos pequenos béqueres e pipetas, misturando tintos até achar um sabor que gostamos de verdade. Meu blend ficou até melhor do que eu esperava — sorte? O Dave riu quando falei que o meu tinha cheiro de bolo de Natal; ele disse que os locais às vezes ficam poéticos depois de umas taças. Depois veio o almoço: pizza feita no forno a lenha, batatas crocantes, saladas fresquinhas. Sentar ali debaixo das grandes árvores de eucalipto, com um vinho na mão... até hoje lembro daquela vista.
Depois do almoço, visitamos três vinícolas pequenas — cada uma com seu estilo, não só no vinho, mas na forma como os donos falavam das uvas, do clima e dos anos difíceis para a colheita. Teve até degustação de chocolate (comprei para levar, mas acabei comendo quase tudo antes de sair). A última parada foi numa microcervejaria local, onde o clima ficou mais animado — futebol na TV, gente no balcão, cachorro esperando umas batatas no chão. Tudo bem descontraído naquele momento; talvez fosse o vinho, ou só o espírito de Margaret River mesmo.

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