Você vai remar pela costa selvagem de Batemans Bay com um guia experiente, podendo ver golfinhos ou focas se tiver sorte. Vai parar numa enseada escondida só acessível de caiaque para um chá da manhã com quitutes caseiros, depois pode nadar ou só curtir a paz antes de voltar. Riso, ar salgado e momentos que ficam na memória.
“Vocês já viram um golfinho tão de perto assim?” nosso guia, Ben, chamou enquanto flutuávamos perto da costa, com o gosto do sal nos lábios e o sol já esquentando a nuca. Eu nunca tinha andado de caiaque no mar antes — confesso que estava meio nervoso de virar — mas o Ben nos fez rir em menos de cinco minutos. Saímos de uma praiazinha que ele escolheu naquela manhã (o vento tinha mudado, então ele mudou o plano de última hora), e logo eu já ouvia o som dos martins-pescadores atrás da gente e sentia o cheiro de eucalipto vindo dos penhascos. Os caiaques duplos pareciam estáveis o suficiente para que até meu parceiro, que não sabe nadar, ficasse tranquilo depois de algumas remadas.
A água aqui estava meio espelhada, mas não completamente parada — você sente ela mexendo sob você, o que é surpreendentemente relaxante depois que se acostuma. Passamos por umas pedras onde os corvos-marinhos secavam as asas e o Ben apontou o que chamou de “máfia local” — um grupo de focas descansando nas pedras quentes. Em um momento, algo grande espirrou perto (Ben disse que podia ser uma arraia), e percebi como tudo ao redor estava silencioso, só o som dos nossos remos entrando e saindo da água. Não esperava me sentir tão pequeno — mas de um jeito bom.
Chegamos a uma enseada minúscula que você jamais encontraria a pé — nenhuma pegada — e o Ben tirou das mochilas garrafas térmicas com chá e um bolo caseiro que tinha um gostinho de limão e talvez coco? Não sei, mas sumiu rapidinho. Algumas pessoas foram nadar ou fuçaram as pedras atrás de conchas; eu só deitei na areia, fechei os olhos por uns dez minutos e escutei só o som da água batendo e uma risada lá perto da maré. É engraçado como a gente esquece do celular rapidinho nesse lugar.
Na volta, remar pareceu mais fácil — talvez porque estávamos satisfeitos ou mais relaxados. Ainda fico pensando naquela vista por cima do meu ombro: oceano aberto de um lado, colinas verdes do outro, todo mundo meio queimado de sol e sorrindo. Se estiver pensando em fazer um passeio de caiaque em Batemans Bay, não pense demais — só traga protetor solar extra e deixe o Ben escolher o caminho.
O passeio dura cerca de meio dia, incluindo o tempo na água e a pausa para o chá da manhã.
Sim, o chá da manhã com café ou chá e quitutes caseiros está incluído durante a parada na enseada secreta.
Você pode avistar golfinhos, focas, aves marinhas como águias e corvos-marinhos, cardumes de peixes e até baleias na migração da primavera.
Não precisa ter experiência; os guias ensinam as técnicas básicas de remada no começo.
O ponto de partida é escolhido pelo guia conforme as condições do tempo e informado no dia anterior.
Sim, todo o equipamento necessário para caiaque e para nadar ou fazer snorkel opcionalmente é fornecido.
Crianças são bem-vindas, mas precisam estar acompanhadas por um adulto durante o passeio.
Leve protetor solar, água para beber, calçado adequado (sandálias ou tênis), roupa de banho, toalha e roupas que sequem rápido.
Seu meio dia inclui todo o equipamento de caiaque e segurança, acompanhamento de um guia local experiente que escolhe a rota conforme as condições do dia, encontro em ponto combinado perto do Batemans Bay Marine Park, piquenique de chá da manhã caseiro com café ou chá em uma baía isolada (com tempo para nadar ou explorar), e o retorno remando — tudo terminado antes do almoço para você aproveitar a tarde livre.


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