Você sobe a bordo da Tradition em Anguilla para uma velejada tranquila até Prickly Pear Cays — mimosas na mão e histórias da tripulação local ecoando sobre as ondas. Mergulhe em recifes calmos, saboreie um churrasco caribenho na areia e aproveite rum punch sob o céu azul antes de voltar para casa com gostinho de sal e felicidade.
O passeio dura cerca de 6 horas, incluindo o tempo de navegação e a estadia em Prickly Pear Cays.
Sim, um churrasco caribenho com lagosta é servido na praia em Prickly Pear Cays.
Sim, bebidas ilimitadas estão incluídas — mimosas ou suco pela manhã, além de rum punch, vinho ou cerveja depois.
Sim, o uso de equipamento para snorkel e acessórios de apoio para natação está incluído na reserva.
Você pode avistar tartarugas, peixes voadores, golfinhos, aves marinhas em Prickly Pear Cays e peixes coloridos nos recifes durante o snorkel.
A Tradition comporta até 12 passageiros por passeio para garantir uma experiência íntima.
Não há traslado do hotel; os passageiros se encontram em Sandy Ground/Road Bay para embarcar na Tradition.
Se menos de 6 pessoas reservarem para a data escolhida, será oferecida uma nova data ou reembolso total.
Seu dia inclui navegação a bordo da Tradition com tripulação local, saindo de Sandy Ground em Anguilla até Prickly Pear Cays e retorno; bebidas ilimitadas desde mimosas pela manhã até rum punch à tarde; todo o equipamento de snorkel; cadeiras de praia; um almoço completo com churrasco caribenho e lagosta; além de biscoitos caseiros de chocolate e melancia fresca antes do retorno no meio da tarde.
Antes mesmo de me acostumar com o balanço do barco, alguém me entrega uma mimosa. O convés da Tradition range sob os pés descalços — ela é mais velha que eu, e dá para sentir isso na madeira, no jeito que o Capitão John conta histórias de contrabando de rum (ele jura que era quase tudo legal). O ar da manhã é salgado, e a brisa faz a gente apertar os olhos olhando para o horizonte. Mal saímos de Sandy Ground e a Li já ri da minha tentativa de ajudar a içar a vela — ela é mais pesada do que parece. Depois disso, deixo o pessoal cuidar de tudo e fico só observando os peixes voadores.
A vela até Prickly Pear Cays não é rápida, mas ninguém está com pressa. Em um momento, alguém aponta para uma tartaruga que apareceu perto da proa — só por um instante — e logo estamos nos aproximando dessas praias claras que parecem até de mentira. A areia é tão branca que chega a doer nos olhos. O cheiro do almoço é de carvão e lagosta; ainda estou tirando pedaços de abacaxi grelhado dos dentes quando nosso guia nos chama para o snorkel. Não sou muito bom nadador, mas flutuar sobre aquele recife é... mais tranquilo do que eu esperava. Peixes nadam para todos os lados e o silêncio é estranho, só interrompido pela respiração no snorkel.
Depois do almoço, pássaros bananaquit voam para pegar migalhas (são mais ousados do que parecem), e alguém tenta me ensinar a dizer “Prickly Pear” em crioulo — eu acabo falando tudo errado. O rum punch aparece quando menos espero. O sol aqui parece diferente, mais intenso talvez? Enfim, às 13h30 já estamos de volta no barco para a volta contra o vento. O mar fica agitado e quase perco meu chapéu — a Li só sorri, mordendo sua fatia de melancia, como se já tivesse feito isso centenas de vezes.
Não esperava me importar com um barco antigo ou biscoitos de chocolate no mar, mas, sinceramente? Ainda lembro daquela vista no popa enquanto navegávamos de volta para Anguilla. Não sei se foi o rum ou só algo de estar ali com pessoas que já não são mais estranhas.
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