Evite filas no Castelo de Neuschwanstein e comece seu dia com traslado do hotel em Füssen ou Hohenschwangau. Suba até a Ponte de Maria para as vistas incríveis, ouça histórias locais com seu guia particular, participe do tour oficial dentro do castelo e desça de carruagem pela vila. Uma mistura de cenário de conto de fadas com a verdadeira hospitalidade bávara que fica na memória.
Sim, seu guia particular pode buscá-lo diretamente no hotel em Füssen ou encontrá-lo em Hohenschwangau.
Não, os ingressos sem fila estão incluídos para que você não perca horas esperando ou corra o risco de esgotar.
Sim, a entrada está inclusa como parte do tour oficial em grupo dentro do castelo, conforme as regras.
Não, a Ponte de Maria pode ficar fechada no inverno por causa da neve, por segurança.
Você descerá de carruagem puxada por cavalos, se estiver disponível no dia.
Não, o almoço não está incluído; você pode explorar as opções locais na vila de Hohenschwangau após o tour.
Sim, é necessário conseguir andar subindo e descendo, além de subir escadas; recomendamos calçados confortáveis.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir no carrinho durante a maior parte do passeio.
Seu dia inclui traslado do hotel em Füssen ou encontro em Hohenschwangau, ingressos sem fila para o Castelo de Neuschwanstein com entrada oficial em grupo, transporte até a Ponte de Maria quando disponível, guia local particular que conta histórias antes e depois da visita (já que não é permitido guiar dentro do castelo), além de passeio de carruagem puxada por cavalos descendo pela vila de Hohenschwangau antes de voltar ao ponto de partida.
Confesso que já tinha visto tantas fotos do Castelo de Neuschwanstein que achei que seria meio surreal — como entrar numa carta-postal. Mas quando nossa guia, Anna, nos encontrou em Füssen (ela acenou debaixo de um guarda-chuva azul pequenininho), tudo ficou mais real. Ela conversou com meu parceiro sobre o pão bávaro enquanto cruzávamos campos enevoados — e o carro ainda tinha um leve cheiro de pretzel fresquinho. Fomos deixados perto de Hohenschwangau, e a Anna cuidou dos ingressos sem fila, então não tivemos que nos preocupar com aquelas filas enormes que eu já tinha lido por aí.
O transporte até a Ponte de Maria estava funcionando naquele dia (Anna disse que no inverno às vezes fecha por causa da neve, o que seria uma pena). Da ponte, o castelo parecia até pintado na montanha, perfeito demais. O vento cortante fez meus olhos lacrimejarem; talvez por isso minha primeira foto saiu tremida. A Anna mostrou onde o rei Ludwig II costumava andar sozinho à noite, e eu fiquei imaginando ele andando em silêncio por ali. O tour oficial em grupo dentro do castelo estava cheio, mas foi surpreendentemente interessante — eu ficava para trás porque queria tocar os corrimãos de madeira esculpida (não faça isso, viu). Depois, nos encontramos com a Anna do lado de fora para mais histórias — ela contou que os locais ainda chamam o castelo de “castelo de conto de fadas”, mas com um meio sorriso, como se guardassem um segredo.
Descer de carruagem puxada por cavalos parecia meio turístico no começo, mas o cocheiro começou a cantar baixinho em alemão e eu relaxei — o som do casco batendo nas pedras ecoava enquanto chegávamos à vila de Hohenschwangau. Senti cheiro de folhas molhadas, cavalos e um doce vindo de uma padaria próxima. Tudo passou rápido demais; a Anna nos acompanhou de volta ao hotel e nos desejou “gute Reise” com um aceno caloroso. Ainda lembro daquela vista da ponte quando o barulho da cidade me incomoda.
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