Você vai deslizar por vales de calcário num barco sampan em Tam Coc, subir os degraus da Caverna Mua para vistas incríveis, passear pelos pátios do antigo Hoa Lu ouvindo as histórias da guia, e compartilhar um almoço vietnamita em estradas tranquilas — cada momento é pessoal e inesquecível.
Ao sair do carro em Ninh Binh, o que se sente é o silêncio. O ar traz cheiro de grama molhada e incenso. Nossa guia, Linh, me entregou uma garrafa de água com um sorriso como se nos conhecêssemos há anos. A primeira parada foi a antiga capital Hoa Lu — dragões de pedra enrolados em pátios antigos, tudo meio desgastado, mas de um jeito que parecia mais real. Linh contou histórias dos reis que governaram ali (só lembro metade dos nomes, mas a voz dela fez tudo ficar gravado). Tentei falar Đinh Tiên Hoàng e ela riu — acho que nem cheguei perto.
Subimos num carrinho elétrico até o Pagode Bai Dinh. Centenas de estátuas de Buda de pedra alinhadas no corredor; cada rosto com uma expressão diferente, se você olhar bem. O cheiro de incenso misturado com algo doce vindo de uma barraquinha próxima estava no ar. Linh mostrou qual estátua os locais tocam para dar sorte (eu tentei também). A vista do andar de cima se abria sobre vales verdes salpicados de telhados pequenos. Estava quente, mas com uma brisa que secava o suor enquanto observávamos as nuvens passando pelas falésias de calcário.
O almoço foi num restaurante à beira da estrada, onde servem carne de cabra e arroz crocante — eu escolhi vegetariano, mas acabei mergulhando tudo no molho de pimenta. Depois fomos para Tam Coc: entramos em pequenos barcos sampan remados pelas mulheres com os pés (sério mesmo). O rio seguia devagar entre penhascos tão altos que era preciso se inclinar para ver o topo. Dentro das cavernas, o ar ficava fresco e escuro; o som da água pingando nos remos ecoava. Lembro de pensar como todo mundo ficou quieto — parecia até que os pássaros seguravam a respiração.
A vista da Caverna Mua quase me derrubou — 500 degraus não são brincadeira quando você está cheio de arroz — mas aquela paisagem dos arrozais de Tam Coc? Ainda lembro daquele momento. O vento no rosto, as pernas tremendo, tentando tirar uma foto que nunca capturou o tamanho daquela sensação lá em cima. Na descida, Linh mostrou flores silvestres crescendo entre as pedras; disse que só florescem depois da chuva. Terminamos no Pagode Bich Dong, escondido na encosta — um monge acenou quando passamos por lanternas de papel balançando na brisa da tarde. Não sei bem por quê, mas me senti mais leve voltando para o carro, talvez só cansado ou talvez algo que não dá para explicar.
Sim, o transporte privado de ida e volta do seu hotel em Hanoi está incluso.
O passeio de barco sampan por Tam Coc dura cerca de duas horas no total.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis no almoço mediante pedido.
A subida tem quase 500 degraus de pedra; um preparo físico moderado ajuda, mas você pode ir no seu ritmo.
Sim, seu guia privado fala inglês durante todo o passeio.
Você vai conhecer a antiga capital Hoa Lu, o complexo do Pagode Bai Dinh, o passeio de barco em Tam Coc ou Trang An, o mirante da Caverna Mua e o Pagode Bich Dong.
Sim, água mineral engarrafada está disponível no veículo privado.
Sim, todas as entradas listadas no roteiro estão incluídas no valor da reserva.
Seu dia inclui transporte privado de ida e volta do hotel em Hanoi, ingressos para todos os locais listados como Tam Coc ou Trang An, uso de carrinho elétrico no Pagode Bai Dinh, passeio de bicicleta pelo campo se desejar, água mineral durante o trajeto, além de um almoço vietnamita (com opções vegetarianas) antes do retorno confortável após o pôr do sol.
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