Você vai rodar pelo campo de Hanoi em um Jeep vintage, atravessar o Rio Vermelho para explorar vilarejos antigos ou a cerâmica de Bat Trang, conversar com moradores em mercados ou durante uma refeição caseira e sentir a rotina local de perto. Não é só passeio — é provar pratos frescos, ouvir histórias do guia e se conectar com o ritmo real da vila.
O passeio dura cerca de 4,5 horas.
Sim, o transporte de ida e volta de hotéis no Bairro Antigo de Hanoi está incluído.
Você pode escolher entre a antiga cidadela de Co Loa ou a vila cerâmica de Bat Trang como destino principal.
Sim, uma refeição vietnamita autêntica está incluída — feita em casa ou no início/final do passeio, conforme o roteiro.
Sim, há opções veganas e vegetarianas disponíveis mediante pedido.
Sim, bebês e crianças pequenas podem participar; assentos especiais para bebês estão disponíveis se necessário.
Sim, o transporte e todos os locais visitados são acessíveis para cadeirantes.
Um guia local que fala inglês acompanha o grupo durante toda a experiência.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel na região do Bairro Antigo de Hanoi, entradas para locais como a cidadela de Co Loa ou a vila de Bat Trang, todas as refeições e bebidas (com opções veganas/vegetarianas), capas de chuva se necessário, um guia experiente que fala inglês e acompanha você no clássico Jeep do Exército do Vietnã (combustível incluso), além de tempo para visitar mercados ou participar de artesanato antes de voltar juntos para a cidade.
“Você sabe que já está fora de Hanoi quando o ar muda — tem aquele cheiro úmido de verde, como grama molhada depois da chuva. Mal saímos do Bairro Antigo e nosso motorista desviou o velho Jeep do exército da estrada principal, e de repente estávamos pulando entre bananal e vacas magras. Nosso guia, Minh, sorriu para meu olhar curioso e falou algo sobre ‘a vida rural de verdade’ — acho que ele estava certo. Mulheres de chapéu cônico curvadas nos campos, e de vez em quando um galo cantava alto, fazendo a gente rir. Eu só pensava: isso ainda é Hanoi?”
Paramos primeiro na Cidadela de Co Loa — Minh disse que é mais antiga que Roma (tive que pesquisar depois; ele não estava exagerando). As muralhas são grossas e cobertas de musgo, e sob as árvores de banyan havia um silêncio que me fez querer falar baixinho. Dois senhores jogavam xadrez debaixo de uma lona perto dali; um acenou para a gente, mas meu vietnamita é péssimo, então só sorrimos bastante. Minh contou a lenda da tartaruga mágica da cidadela (provavelmente perdi metade), mas o que ficou foi o orgulho na voz dele ao falar das raízes da cidade.
Não esperava que o almoço fosse o ponto alto, para ser sincero. Entramos numa casa pequena onde três gerações preparavam a comida — peixe com endro que tinha gosto de água do rio (no bom sentido), arroz grudado, algo em conserva que eu não consegui identificar. A família riu quando provei o molho de pimenta deles (exagerei, erro de iniciante). Parecia menos uma parada turística e mais um convite para um dia comum — só que com o Jeep estacionado do lado, parecendo heróico.
Se escolher Bat Trang, Minh disse que você pode tentar fazer cerâmica com famílias artesãs de verdade — dizem que as tigelas dos turistas sempre ficam tortas, mas eles queimam do mesmo jeito. De qualquer forma, ver o dia a dia dali do banco de trás daquele Jeep barulhento... fica na memória mais do que qualquer tour de museu.
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