Você desembarca direto no coração vibrante de Da Nang, sobe as cavernas fresquinhas das Montanhas de Mármore com um guia local, saboreia ervas fresquinhas no almoço em Tra Que e passeia pelas vielas iluminadas por lanternas de Hoi An. Um dia cheio de surpresas e momentos que ficam pra sempre.
Saímos do porto de Tien Sa logo após o nascer do sol, o ar ainda úmido, mas leve. Nosso guia, Minh, já nos esperava na saída do navio com uma placa com meu nome (sempre fico meio nervoso nessa hora — mas lá estava ele). Passamos rápido pelo trânsito de Da Nang e paramos à beira do rio Han. A Ponte do Dragão parecia até de desenho animado na névoa da manhã — um dourado vibrante contra a água cinza. Minh contou que ela solta fogo à noite nos fins de semana. Tentei imaginar aquilo. Casais já tiravam selfies na Ponte do Amor, com os cadeados tilintando suavemente ao vento.
O ar condicionado do van refrescou rápido enquanto seguimos para as Montanhas de Mármore. A subida na Montanha da Água não foi tão difícil quanto eu esperava (apesar dos joelhos reclamarem um pouco). Dentro das cavernas, o clima era fresco e havia um leve cheiro de incenso — alguém tinha deixado alguns paus queimando perto de uma estátua de Buda escondida na pedra. Minh mostrou marcas antigas de bala da guerra. Ele não ficou muito tempo no assunto, só assentiu silenciosamente antes de nos levar até o antigo heliporto no topo. Lá embaixo, passeamos pela Vila de Esculturas Non Nuoc, onde artesãos esculpiam leões de mármore; uma mulher até deixou eu passar a mão nas escamas ásperas de um dragão meio pronto.
O almoço chegou na hora certa — a Vila de Vegetais Tra Que é um mar de verde em todas as direções e o cheiro de manjericão já invade a estrada. Sentamos ao ar livre, sob um telhado de palha, enquanto os pratos iam chegando: panquecas crocantes, frango com capim-limão (até hoje sinto vontade daquele prato) e montes de ervas frescas que eu nem sabia o nome. Minh riu quando tentei falar “rau ram” — acho que estraguei a pronúncia.
Hoi An é como entrar em outra época: paredes amarelas descascadas, fios entrelaçados por toda parte, lanternas penduradas mesmo durante o dia. Minh nos guiou por vielas onde alfaiates acenavam e crianças corriam atrás umas das outras perto da Ponte Japonesa. O museu estava silencioso, só o som dos nossos passos ecoando no chão de madeira antiga. No fim da tarde, meus pés já cansados, eu não queria ir embora — tem algo nessas ruas que fica na memória mais do que a gente espera.
Sim, o traslado de ida e volta do porto Chan May ou Tien Sa está incluso.
O tour dura cerca de 7 a 8 horas, dependendo do horário do seu navio.
Sim, o almoço vietnamita com opções vegetarianas é servido na Vila de Vegetais Tra Que.
Sim, todos os ingressos estão incluídos no preço, sem custos extras.
Sim, o tour é acessível para cadeirantes e indicado para todos os níveis de preparo físico.
Você vai conhecer a Ponte do Dragão, Montanhas de Mármore, Vila de Esculturas Non Nuoc, Vila de Vegetais Tra Que e o Centro Histórico de Hoi An.
Sim, o guia local fala inglês e vietnamita fluentemente.
Sim, água mineral está disponível durante todo o dia em todas as paradas.
O dia inclui traslado sem estresse do porto Chan May ou Tien Sa, todos os ingressos sem taxas escondidas para lugares como Montanhas de Mármore e Centro Histórico de Hoi An, água mineral sempre que precisar (confie, você vai querer), almoço vietnamita delicioso na Vila de Vegetais Tra Que com opções vegetarianas se avisar antes, banheiros limpos em todas as paradas e um guia local que fala inglês e conhece todos os atalhos para te levar de volta ao navio no horário certo.
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