Você vai cruzar as planícies abertas de Tarangire em busca dos grandes felinos, assistir ao nascer do sol no Serengeti, conhecer contadores de histórias Maasai perto do Ngorongoro e vasculhar a vegetação do cratera atrás dos raros rinocerontes-negros — tudo com hospedagem em lodges privados e guias locais a cada quilômetro.
“Sente esse cheiro?” nosso guia sorriu enquanto abríamos as janelas perto de Tarangire — o ar estava cheio de poeira e um aroma doce, talvez flores de acácia. Mal tínhamos nos acomodado quando um grupo de elefantes passou bem perto, dava pra ver a lama grudada atrás das orelhas deles. Alguém no banco de trás cochichou sobre leões, mas eu só conseguia pensar em como tudo ali parecia silencioso. Naquela primeira noite no lodge em Mto wa Mbu, não parava de lembrar da luz dourada que banhava a savana — pode parecer clichê, mas foi mágico.
Pela manhã, partimos cedo para a Área de Conservação de Ngorongoro. A vista do topo é... inacreditável, parecia cenário de filme. Nosso guia, Joseph, apontou onde o cratera despenca e contou sobre os rinocerontes-negros escondidos lá embaixo — ele disse que encontrar um é “como achar a meia perdida depois da lavagem”. Rimos demais com isso. Paramos opcionalmente numa vila Maasai — tentei cumprimentar um dos anciãos (“Sopa!”), mas a Li riu quando tentei falar em Maa. As histórias deles sobre antigas caçadas aos leões me deixaram curioso e meio sem jeito; até hoje lembro daquele momento.
O centro do Serengeti (Seronera) estava mais movimentado do que eu esperava — zebras por todo lado, gnus pareciam um rio se você piscasse. No safári ao pôr do sol, vimos uma chita esticada em um monte de cupins, balançando o rabo como se estivesse entediada com nosso olhar. O jantar no lodge depois de tanto sol e poeira teve um gosto especial — não sei se era fome ou cansaço bom mesmo.
No último dia, acordamos antes do sol para mais um safári — Joseph brincou que estava “acordando os leões”. Tem algo de especial em tomar café instantâneo vendo os búfalos despertarem que faz você esquecer do mundo lá fora. A descida final ao cratera de Ngorongoro foi quase silenciosa comparada ao Serengeti; avistamos hipopótamos bufando em poças de lama e, finalmente, conseguimos ver um rinoceronte-negro pelo binóculo (todo mundo ficou em silêncio). Depois do almoço, seguimos para Arusha — meus sapatos estavam imundos e minha cabeça cheia das imagens dos animais na grama alta. Ainda não acredito que vivi tudo aquilo.
O safari tem duração de 4 dias com hospedagem em lodges inclusa.
Sim, o transfer do seu hotel em Arusha está incluso no pacote.
Você vai conhecer Tarangire, Serengeti (Seronera) e a Área de Conservação de Ngorongoro, incluindo o fundo do cratera.
Sim, todas as taxas de entrada e impostos estão incluídos no preço do tour.
A visita à vila Maasai é opcional e tem uma taxa extra de $20.
O café da manhã e almoço são servidos durante os safáris; o jantar é oferecido nos lodges.
O roteiro foca na observação de predadores; avistamentos são prováveis, mas não garantidos por causa do movimento dos animais.
Sua reserva inclui binóculos, equipamentos de camping se necessário, todas as taxas dos parques, hospedagem em lodges e safáris guiados.
Seu passeio inclui transfer do hotel em Arusha, todas as taxas dos parques pagas antecipadamente, binóculos para observação da vida selvagem, hospedagem confortável em lodges em Tarangire, Serengeti e na borda do cratera de Ngorongoro — com café da manhã e almoço diários antes do retorno a Arusha no final da viagem.
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