Você vai navegar pelos canais de Bangkok em um barco longtail com guia local, explorar os pátios brilhantes do Palácio Real e templos silenciosos como o Wat Pho, além de vivenciar momentos únicos da vida à beira do rio Chao Phraya. Prepare-se para risadas, salões dourados, cheiros de comida de rua — e talvez sapatos molhados —, mas com histórias que você não esperava contar.
O tour começa na estação Sanam Chai MRT (Saída 1), perto do Museu Siam.
Sim, as entradas para o Palácio Real e o Wat Pho estão inclusas.
Cerca de 1,5 km a pé e 5 km de barco.
Sim — ombros e cintura devem estar cobertos; calças até o tornozelo; saias abaixo do joelho; e sapatos fechados.
Você vai deslizar pelos canais históricos (khlongs) e conhecer comunidades ribeirinhas que quase ninguém visita a pé.
Não inclui refeição, mas o guia vai dar dicas de onde comer perto depois do tour.
A idade mínima é 6 anos; o passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico.
Um guia local que compartilha histórias sobre a história e o cotidiano da cidade, com relatos pessoais.
Seu dia inclui caminhadas guiadas pelos jardins do palácio e templos com todas as entradas pagas, passeio de barco longtail pelo rio Chao Phraya e canais com guia local, além de dicas exclusivas do que ver e onde comer — tudo começando na estação Sanam Chai MRT, no centro.
Quase perdi o ponto de encontro na estação Sanam Chai MRT porque me distraí com uma vendedora de bananas assadas bem na saída. Nossa guia, Nok, só sorriu e acenou para eu ir até ela — pelo visto, não fui o único a me perder com as comidinhas daqui. Quando todo mundo chegou (alguém apareceu com arroz doce na camisa), seguimos a pé rumo ao rio. O ar estava pesado, quase pegajoso, mas uma brisa leve vinda do Chao Phraya dava um alívio gostoso.
O passeio de barco longtail foi mais barulhento do que eu imaginava — motor roncando, água batendo na madeira — e, ao mesmo tempo, surpreendentemente tranquilo. Passamos por casas antigas de teca e crianças acenando de pequenos cais improvisados. Nok apontou para um pequeno altar escondido atrás de um varal; ela contou que a avó dela costumava deixar oferendas ali para viagens seguras. Os canais tinham um cheiro suave de incenso e lama do rio. Tentei tirar fotos, mas me distraía com tudo acontecendo ao mesmo tempo — barcos passando, pássaros voando, alguém tocando música atrás de um muro.
O Palácio Real me atingiu como uma explosão de cores — ouro por toda parte, azulejos espelhados refletindo o sol tão forte que tive que apertar os olhos. Nok explicou que cada prédio tem sua história; ela contou sobre a jornada do Buda de Esmeralda ao longo dos séculos e países (ainda não acredito que ele tem só uns 66 cm). Minha camisa grudou nas costas enquanto andávamos pela multidão, mas por um instante dentro do Wat Phra Kaew o silêncio tomou conta — só passos suaves e a pedra fresca sob os pés. Depois, no Wat Pho, ver o Buda Reclinado de perto foi quase surreal; os pés dele são maiores que muita gente que conheço. Alguém do grupo tentou falar “Wat Pho” direito e Nok riu — nenhum de nós acertou de primeira.
Fico pensando naquelas cenas do dia a dia pelos khlongs — a mulher vendendo macarrão do barco, ou o momento em que um monge nos acenou debaixo do guarda-chuva. Esse passeio em Bangkok não foi perfeito (meus sapatos ficaram encharcados ao descer do barco), mas, sinceramente? Isso só deixou tudo mais especial.
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