Embarque no Glacier Express em Zurique com um guia local e deslize pelos vales alpinos antes de explorar a charmosa cidade velha de Lucerna a pé. Janelas panorâmicas, histórias da Suíça, almoço no assento (opcional) e tempo para passear pela Kapellbrücke ou relaxar à beira do Lago Lucerna — um dia que fica na memória muito depois do retorno.
A Li, nossa guia, nos esperava bem embaixo daquele grande relógio na estação central de Zurique — ela usava um lenço vermelho que eu não parava de notar na multidão. Cumprimentou todo mundo pelo nome (memória incrível) e já começou com uma piada sobre os trens suíços serem tão pontuais que “ficam irritados se você chega cedo”. Gostei dela na hora. Pegamos o primeiro trem rumo a Chur, e percebi como as pessoas aqui mal falam alto. O ar da manhã tinha cheiro de café e algo doce — talvez um doce de padaria. Li começou a contar histórias sobre os cantões por onde passávamos. Eu ainda meio sonolento, mas peguei algo sobre os romanos construindo estradas aqui. Foi o suficiente para eu olhar pela janela com outros olhos.
Chur me surpreendeu — dizem que é mais antiga que Roma? O Glacier Express é todo de vidro e com um ronronar suave; você se acomoda e fica só observando tudo ficar mais nítido lá fora: rios cortando florestas de pinheiros, pontes que parecem frágeis, mas aguentam firme. Perto do Passo Oberalp, a neve começou a cair, mesmo sendo fim de primavera. O almoço chegou direto no nosso assento (eu escolhi rösti — crocante nas bordas e salgadinho). O grupo ficou em silêncio por um tempo, só curtindo as montanhas passando, e a Li apontou o ponto mais alto do trajeto. Meu celular está cheio de fotos tremidas desse trecho; nenhuma faz justiça ao que vimos.
Descer em Andermatt foi meio abrupto — o ar estava mais frio, e eu ouvia sinos ao longe (vacas ou igreja? Não sei). Trocamos de trem e seguimos para Lucerna. Li contou uma história sobre os guardas suíços que me fez rir — não consigo repetir agora, mas ela fez a história parecer menos chata. Quando o Lago Lucerna finalmente apareceu, era uma imensa superfície iluminada com montanhas flutuando no horizonte. Lembro que alguém atrás de mim sussurrou um “uau” sem querer.
Lucerna é toda de paralelepípedos e casas coloridas; tem uma ponte (Kapellbrücke) coberta por pinturas antigas no teto — dava para sentir um cheiro leve de madeira e do rio embaixo. Seguimos a Li por vielas estreitas até o Monumento do Leão esculpido na pedra; ela contou a história em voz baixa enquanto umas crianças tentavam imitar a expressão triste do leão para a foto dos pais. Minhas pernas já estavam cansadas, mas eu não queria ir embora — sabe aquela sensação de não querer que algo bom acabe?
O passeio dura o dia todo, incluindo o trajeto de Zurique a Chur, Andermatt, Lucerna e o retorno.
O almoço é servido no seu assento se você escolher essa opção; caso contrário, é possível comprar comida a bordo.
Sim, há um tour guiado a pé pelo Centro Histórico de Lucerna, incluindo a Kapellbrücke e o Monumento do Leão.
A reserva do assento em primeira classe no Glacier Express já está incluída no preço do passeio.
O passeio começa na estação central de Zurique; as instruções para encontro são enviadas após a reserva.
Sim, todos os meios de transporte usados no passeio são acessíveis para cadeirantes.
O idioma principal é inglês; consulte o operador para outras opções de idioma.
Bebês são bem-vindos; eles devem ficar no colo de um adulto ou usar carrinho, se necessário.
Seu dia inclui encontro na estação central de Zurique com um guia local, todos os bilhetes de trem com assentos reservados em primeira classe no Glacier Express entre Chur e Andermatt (ou trem panorâmico equivalente se esgotado), passeios guiados a pé pelo Centro Histórico de Lucerna com paradas na Kapellbrücke e no Monumento do Leão, além de almoço servido no assento se escolhido, e retorno seguro a Zurique no fim do dia.
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