Você vai montar cavalos tranquilos saindo de Las Terrenas, passando pelo interior de Samana, com árvores de cacau e crianças acenando, até chegar na praia selvagem Alleman. Guias locais conduzem no passo, dando tempo para respirar o ar do mar e até rir do nervosismo. Inclui transporte ida e volta, capacete e bebidas — só precisa levar calça comprida e se deixar levar pela experiência.
Sim, cavaleiros de todos os níveis são bem-vindos e os cavalos são escolhidos conforme a experiência.
O passeio dura cerca de 1h30, do Rancho Playa até a Praia Alleman e volta.
Sim, o transporte de busca e retorno em Las Terrenas está incluso na reserva.
Recomenda-se calça comprida e sapatos fechados; óculos de sol e protetor solar são opcionais, mas indicados.
Sim, todos os cavaleiros recebem capacete como parte das orientações de segurança.
A idade mínima é 6 anos; crianças devem estar acompanhadas por um adulto ou apresentar autorização assinada.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes; entre em contato antes para necessidades específicas.
O peso máximo por cavaleiro é 100 kg (220 lbs).
Seu dia inclui transporte compartilhado ida e volta de Las Terrenas ao Rancho Playa, uso de capacete para segurança, água ou outras bebidas após o passeio, além da companhia de guias locais simpáticos antes do retorno confortável para casa.
Mal deu tempo de me preocupar com minha falta de experiência montando quando já estávamos sacolejando por uma estradinha fora de Las Terrenas, o sol da manhã deixando o ar pesado. Os cães do rancho vieram nos receber no Rancho Playa, e logo percebi como todo mundo parecia se conhecer — nosso guia, José, acenou para um senhor que passava carregando sacos de manga. Teve uma rápida conversa sobre segurança (provavelmente eu estava nervoso) e logo me deram uma égua chamada Luna, que parecia mais interessada em coçar o focinho do que em galopar.
O primeiro trecho nos levou por trilhas verdes e entrelaçadas — dava para sentir o cheiro da terra molhada e um aroma doce que eu não conseguia identificar (José depois apontou uns frutos de cacau pendurados acima). O ritmo era tão calmo que parei de me preocupar em cair. Passamos por plantações de café e crianças acenando atrás das cercas. Meu espanhol é péssimo, mas um dos guias brincou comigo mesmo assim; eu só ri e dei de ombros. Parecia tudo muito natural, nada armado para turistas. A palavra-chave aqui é passeio a cavalo costa de Samana, mas, na real, parecia só uma aventura nova, andando em quatro patas em vez de duas.
Quando finalmente chegamos à Praia Alleman, o grupo ficou em silêncio por um instante — até a Luna levantou as orelhas com o vento vindo do mar. Cavalgamos bem na beira, onde a areia fica dura e fria sob as botas. Alguém gritou de alegria quando o cavalo entrou na água rasa (não fui eu, ainda estava segurando firme). Depois, sentamos na sombra, bebendo água e tirando areia da calça, enquanto observávamos alguns locais lançando redes para pescar. Ainda penso naquela luz refletida na água — meio dourada, mas também intensa, se é que dá para entender.

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