Você vai pilotar seu próprio ATV pelo interior de Punta Cana com um guia local, provar café e chocolate fresquinhos numa fazenda orgânica, mergulhar numa piscina natural dentro de uma gruta e relaxar na areia macia da Praia de Macao antes de voltar — com certeza vai se sujar, mas vale cada segundo.
O passeio dura cerca de 4 a 5 horas, incluindo o transporte de ida e volta.
Sim, o transporte de ida e volta do seu hotel ou ponto de encontro está incluso.
Não precisa ter experiência; todas as instruções de segurança são dadas no início.
Você vai provar café orgânico, chocolate, mamajuana, chá verde e charutos, se quiser.
A idade mínima é 8 anos, por questões de segurança.
Sim, o transporte e todas as áreas são acessíveis para cadeirantes.
Os guias falam inglês, espanhol, francês, alemão e italiano.
Não, é opcional! Você pode só admirar a gruta ou entrar na água, como preferir.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Punta Cana, uso do ATV com capacete se desejar, degustação de café e chocolate orgânicos numa fazenda local (além de mamajuana e charutos), entrada numa gruta para nadar ou relaxar por perto, tempo na Praia de Macao com suas falésias de calcário — e um guia local cuidando de tudo durante o passeio.
Com o capacete bem preso, já dava para sentir o cheiro da terra molhada antes mesmo de ligar o ATV. Nosso guia, Luis, sorriu e avisou para não se preocupar com a lama — “isso é parte da diversão.” E ele tinha razão. Logo na saída de Punta Cana, o barulho do guidão misturava com o verde das palmeiras passando rápido, quase perdi os lagartinhos que cruzavam a trilha. Teve um momento em que um galo cantou lá atrás e tudo ficou com uma vibe tão viva, sabe?
Paramos numa fazendinha que parecia ter existido ali para sempre. O ar mudou — ficou mais doce, com cheiro de café torrando e um toque de ervas (mamajuana? Até hoje não sei direito o que tem nessa mistura). Luis distribuiu copinhos de chocolate tão cremoso que grudava nos dentes. Tentei dizer “gracias” com a boca cheia; ele riu e serviu mais. Alguém tentou enrolar um charuto e fez bagunça — ninguém ligou. Foi bom só ficar ali um tempo, com os dedos grudados mesmo.
A próxima parte foi mais radical do que eu esperava. Pulando em estradas esburacadas até chegar numa gruta — o ar gelado saindo parecia que alguém tinha deixado a geladeira aberta no meio do verão. A galera pulou direto na água; eu hesitei, mas acabei entrando (não podia deixar as crianças me vencerem). O choque do frio na pele, risadas ecoando nas paredes de pedra. Aquele mergulho me despertou mais que qualquer café.
A última parada foi na Praia de Macao — sol forte, cheiro de sal no ar, falésias ao longe. Uns moradores vendiam frutas em baldes e as crianças corriam em círculos atrás da gente, entrando na água. Fiquei um tempo sentado na areia depois que todo mundo foi embora; não sei bem por que, só não queria ir embora ainda. Acho que era querer guardar aquela sensação um pouco mais.
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