Você vai balançar lá no alto das colinas da Montaña Redonda, navegar de barco pelos manguezais silenciosos de Los Haitises e se refrescar na Cachoeira Yanigua — tudo guiado por locais que conhecem cada canto e história. Prove o pão de coco fresquinho no almoço e se entregue à argila natural antes de voltar para Punta Cana cheio de histórias para contar.
O passeio é o dia todo, incluindo o tempo de transporte; prepare-se para passar a maior parte do dia nessa experiência.
Sim, o transporte ida e volta de Punta Cana e regiões próximas está incluso.
Sim, há tempo reservado para nadar embaixo da cachoeira durante o passeio.
Sim, um almoço buffet dominicano à vontade é servido no Rancho Salto Yanigua.
Leve toalhas, roupa de banho, roupas e calçados confortáveis e tome café da manhã antes de sair do hotel.
Sim, é adequado para famílias; há assentos para crianças, mas bebês devem ficar no colo de um adulto.
Não é recomendado para quem tem problemas na coluna, saúde cardiovascular fragilizada ou gravidez acima de 7 meses.
O dia inclui busca no hotel em Punta Cana ou áreas próximas, todas as entradas pagas antecipadamente para você não se preocupar com dinheiro, água mineral durante todo o passeio (vai precisar mesmo), transporte em veículos com ar-condicionado entre os pontos — mesmo que prefira janela aberta — e um grande almoço buffet dominicano com bar aberto (refrigerantes sempre à vontade). Guias locais acompanham cada etapa e te deixam de volta no hotel ao final do dia.
Logo depois do nascer do sol, estávamos pulando dentro de um jipe estilo safári, com as janelas abertas porque o ar fresco era bom demais para ficar preso no ar-condicionado. A estrada saindo de Punta Cana foi mais longa do que eu esperava — umas uma ou duas horas? — mas ver a paisagem mudando era parte da diversão. Nosso guia, Luis, não parava de apontar detalhes: um barco de pescador balançando perto de Miches, crianças acenando de uma barraca de frutas à beira da estrada. Quando começamos a subir a Montaña Redonda, senti cheiro de grama molhada e algo doce — talvez flores silvestres? Os balanços no topo pareciam muito mais assustadores do que nas fotos. Eu me arrisquei em um (com o coração na mão) e, juro, por um segundo parecia que eu estava voando. Acho que minhas pernas só pararam de tremer quando voltamos pro jipe.
Depois veio Los Haitises — essa parte quase não parecia real. Entramos num barquinho e deslizamos por túneis de mangue onde tudo ficou silencioso, só o som dos pássaros no alto. Luis nos contou sobre o gavião Ridgway (que eu nunca tinha ouvido falar), e alguém avistou um pousado acima da gente. As cavernas eram fresquinhas por dentro — de verdade — e cheias de desenhos antigos dos Taínos que me fizeram querer ter prestado mais atenção nas aulas de história. O cheiro ali era uma mistura de terra, água salgada e pó de calcário; até hoje, quando sinto pedra molhada, lembro daquele lugar.
O almoço foi no Rancho Salto Yanigua — um buffet sob coqueiros com arroz, feijão, frango assado e um pão de coco que eles assam no fogo de lenha (comi três pedaços e não me arrependo). Todo mundo se sujou com argila natural do rio — dizem que faz bem pra pele — e depois mergulhamos na piscina da cachoeira. O choque da água fria foi rápido, mas valeu pela transparência da água. Alguns subiram na Casa da Árvore do Tarzan pra tirar fotos; eu só flutuei e fiquei vendo a luz do sol passar pelas folhas. Na volta, o clima ficou mais tranquilo — talvez cansados, ou só absorvendo tudo que vivemos.
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