Você vai pilotar ATVs por vilarejos dominicanos perto de Punta Cana, provar café e chocolate fresquinhos numa fazenda local, nadar numa gruta subterrânea e depois curtir um animado passeio de catamarã com snorkel e bar aberto. Risadas, sabores novos, música sobre águas turquesa — tudo com transporte e lanches para aproveitar cada instante.
O passeio dura quase o dia todo, incluindo os deslocamentos; espere cerca de 8 horas no total, com intervalos entre as partes de ATV e catamarã.
Sim, o transporte ida e volta do hotel está incluso na reserva.
Não precisa ter experiência; os guias dão todas as instruções de segurança antes de começar a dirigir.
Use roupa de banho por baixo de roupas que possam sujar; leve toalha, protetor solar, óculos de sol, lenço para cabeça e calçados confortáveis ou para água.
Sim — lanches, frutas tropicais e bebidas nacionais ilimitadas estão incluídos durante o snorkel no catamarã.
Não há almoço formal; servem lanches a bordo, mas planeje-se caso precise de algo mais entre as atividades.
É preciso ter pelo menos 18 anos para pilotar; crianças a partir de 2 anos podem ir como passageiras.
A parte do ATV pode ter até 200 pessoas por tour; o catamarã comporta até 500 convidados.
Seu dia inclui transporte ida e volta do hotel em Punta Cana, todo o equipamento de snorkel (com nadadeiras disponíveis se pedir), lanches com frutas tropicais e bar aberto durante o passeio de catamarã, além de degustações de café ou chocolate dominicano durante o passeio de ATV — só não esqueça de levar toalha e troca de roupa para depois do banho ou da lama.
Já imaginou provar um verdadeiro chocolate dominicano enquanto ainda está com um pouco de lama do passeio de ATV? Eu também não, até o nosso guia José me entregar uma xícara fumegante numa fazendinha perto de Punta Cana. Tínhamos acabado de passar por vilarejos pequenos — crianças acenando, cachorros correndo atrás por um instante — e aquele primeiro gole de café era tão forte que quase tossi. O ar cheirava a terra molhada e cana-de-açúcar. Uma senhora mais velha torrava os grãos e sorriu quando tentei falar em espanhol. Acho que ela entendeu quase tudo.
A próxima parada foi numa gruta aquática — parecia até irreal com aquela luz azul vindo de baixo. No começo todo mundo hesitou, mas no fim pulamos na água. O choque do frio deu lugar às risadas que ecoavam entre as pedras. José contou que os Taínos costumavam vir aqui para rituais; ele mostrou umas marcas na parede, mas eu estava mais preocupado em não perder as minhas chinelas. Depois seguimos para a Praia de Macao e ficamos ali um tempo. A areia grudava em tudo, mas a vista — falésias claras e ondas selvagens — fez eu esquecer disso rapidinho.
Tem uma pausa antes da próxima parte (tempo suficiente para se enxaguar e trocar de roupa), o que é ótimo porque você vai querer estar sequinho para o passeio de catamarã. O barco é animado do jeito que a gente gosta: música alta, gente dançando merengue (ou tentando), drinks por todo lado. Nunca tinha feito snorkel em recifes de coral antes — vi uns peixinhos azul elétrico nadando entre os corais, com o sol brilhando pela água. Alguém me ofereceu abacaxi com rum enquanto eu secava no convés. É engraçado como estranhos viram amigos depois de uma dança sob um céu assim.
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