Se você quer conhecer a vida dominicana de verdade, além do porto de cruzeiros, este tour de buggy é a escolha certa. Você vai dirigir por plantações de cana, conhecer moradores locais, nadar em um rio famoso e provar comidas feitas na casa de alguém. É bagunçado, divertido e, sinceramente, inesquecível.
Sim, famílias costumam participar! Só tenha em mente que crianças muito pequenas ou com problemas de saúde podem achar o passeio um pouco turbulento ou cansativo.
Reserve cerca de 4 a 5 horas desde o embarque no porto de La Romana até o retorno — tempo suficiente antes do seu navio partir.
Use roupas que não se importe de sujar e calçados fechados. Leve protetor solar e talvez uma toalha para nadar — sacos plásticos são fornecidos para seus pertences.
Você receberá lanches e refrigerantes durante o passeio, além de degustações caseiras na casa do Nilo.
Seu capacete e sacos plásticos para objetos de valor estão incluídos. Lanches e refrigerantes são fornecidos ao longo do caminho, além de você provar comidas locais preparadas no fogo aberto na casa do nosso anfitrião.
Ao desembarcar do Norwegian SKY em La Romana, avistei nosso motorista de táxi segurando uma plaquinha na saída do porto — fácil de encontrar, mesmo com o movimento da manhã. A viagem até o Rancho Benerito foi rápida, uns 20 minutos, com as janelas abertas e o ar quente trazendo um leve aroma de melaço das usinas próximas. No rancho, nosso guia — Miguel — nos recebeu com um sorriso largo e distribuiu capacetes e sacos plásticos (confie em mim, você vai querer para proteger seu celular). Após uma rápida explicação de segurança, escolhemos nossos buggies — o meu roncou para a vida com um ronco satisfatório — e partimos rumo às plantações.
As plantações de cana-de-açúcar se estendiam até onde a vista alcançava, verdes e douradas sob o sol. Miguel parou perto de um grupo de trabalhadores afiando facões. Ele explicou como a cana é cortada manualmente — um trabalho duro — e nos deixou experimentar um pedaço direto do talo. O suco doce escorria pelo meu queixo; mãos grudadas, mas totalmente valeu a pena. Em seguida, visitamos uma vila Batey. Crianças corriam ao lado dos buggies, acenando e rindo. Miguel falou sobre o dia a dia deles — difícil, mas cheio de energia — e distribuímos alguns doces que havíamos trazido (sempre bem-vindos).
Depois de balançar por trilhas de terra, chegamos ao Rio Chavón. A água parecia quase esmeralda sob a luz do meio-dia — mais fresca do que eu esperava ao entrar. Descobri que cenas de Rambo II foram filmadas bem ali; Miguel apontou para uma curva onde montaram as câmeras. Secamo-nos na margem antes de seguir para a casa do Nilo, ali perto. Fumaça saía da cozinha ao ar livre — pão de mandioca assando no fogo de lenha, banana-da-terra fritando no óleo. Provamos de tudo enquanto Nilo contava histórias de sua infância à beira do rio. Era como visitar uma família que você nem sabia que tinha.
A volta para o rancho foi mais tranquila — todos um pouco sujos, sorrindo e cansados daquele jeito bom. Nosso táxi nos esperava no portão para levar de volta ao porto, bem a tempo de um drink gelado a bordo.
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