Veja Lisboa se abrir enquanto você navega pelos seus pontos mais famosos num cruzeiro pequeno pelo Tejo — da Ponte 25 de Abril à Torre de Belém — com pastel de nata fresquinho na mão e open bar ao lado. Histórias da equipe e vistas da cidade ficam na memória muito depois do desembarque.
O passeio dura cerca de 1,5 hora navegando pelo rio Tejo.
Sim, você vai receber um tradicional pastel de nata durante o passeio.
O open bar oferece cerveja, vinho branco e rosé, café, água sem gás, Coca-Cola e Fanta.
Sim, uma equipe local simpática e um guia acompanham todo o trajeto.
Você verá a Ponte 25 de Abril, Museu MAAT, Central Tejo, Padrão dos Descobrimentos, Torre de Belém, estátua do Cristo Rei, Praça do Comércio, bairro de Alfama e Castelo de São Jorge.
O acesso ao porto é permitido somente acompanhado pela equipe; não há transporte do hotel incluso.
O passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico, mas só maiores de 18 anos podem consumir bebidas alcoólicas.
O barco Vicente tem uma cobertura de lona que garante conforto mesmo em dias de chuva.
Seu dia inclui um cruzeiro de 1,5 hora em grupo pequeno pelo rio Tejo a bordo do confortável barco Vicente, com equipe local amigável guiando você pelos principais pontos turísticos; aproveite pastéis de nata fresquinhos e open bar com cerveja, vinhos branco e rosé, café, refrigerantes como Coca-Cola e Fanta e água sem gás antes de voltar juntos ao porto.
Eu não sabia bem o que esperar de um cruzeiro pelo rio em Lisboa — na real, só queria ver a cidade de um ângulo diferente e talvez tomar um drink na mão. Mas assim que subi no barco Vicente, senti uma vibe gostosa e acolhedora. A equipe nos recebeu como velhos amigos (o Miguel até brincou com meu chapéu de sol), e rolava aquele murmúrio tranquilo em português enquanto navegávamos pelo Tejo. O ar estava salgado, mas suave, como aquela brisa leve que vem antes da chuva, e dava pra sentir o cheiro de café vindo de algum lugar atrás de mim.
Passamos por baixo da Ponte 25 de Abril — todo mundo fala que parece a ponte de São Francisco, mas de perto ela tem um charme próprio, toda em aço vermelho com grafites locais escondidos embaixo. Nosso guia apontou o Museu MAAT e a Central Tejo; nunca tinha reparado como as linhas modernas contrastam com aquelas paredes de tijolo antigo até ver tudo lado a lado do rio. Em certo momento, alguém achou que viu golfinhos perto da Torre de Belém (talvez só imaginação?), e todo mundo se amontoou de um lado, rindo quando só apareceram algumas ondas.
O pastel de nata chegou quentinho — massa folhada crocante com canela, se você quisesse. Tentei comer devagar, mas não consegui; estava melhor do que qualquer versão que já tinha provado na cidade. Também tinha vinho branco, gelado a ponto de embaçar a taça. Passamos pela Praça do Comércio, com seus arcos amarelos brilhando na luz do fim da tarde, e Alfama subindo atrás, com seus telhados tortos e varais de roupa. O Miguel contou uma história da avó dele que escondia doces na igreja quando criança — jurou que era verdade. Me fez lembrar da minha família, por algum motivo.
Ainda penso naquela hora e meia flutuando pelos pontos mais famosos de Lisboa — sem pressa, sem roteiro engessado, só curtindo a companhia e as pequenas surpresas (tipo tentar falar “Padrão dos Descobrimentos” sem passar vergonha). A cidade parecia ao mesmo tempo maior e mais próxima vista do rio. Então, se você quer conhecer Lisboa de um jeito tranquilo ou só curtir um lanche gostoso com vista, vale cada minuto.

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