Você vai navegar pelo Tejo ao pôr do sol com guias locais que contam histórias enquanto passam por pontos como Torre de Belém e Alfama. Deguste cocktails de Moscatel, bolinhos de bacalhau e pastel de nata, e termine com um brinde de licor de amêndoa enquanto as luzes da cidade refletem na água. Uma experiência que fica na memória muito depois de voltar à terra firme.
O passeio inclui cocktail de Moscatel na chegada, vinho branco/rosé/verde ou cerveja ou suco durante o trajeto, além de mini bolinho de bacalhau, pastel de leitão, pastel de nata e brinde com licor de amêndoa amarga.
O tour dura cerca de 2 horas, desde a saída até o retorno.
Você verá Praça do Comércio, Alfama, estátua do Cristo Rei, Torre de Belém, Ponte 25 de Abril, Museu MAAT, Padrão dos Descobrimentos, Panteão Nacional e muito mais, tudo visto do rio.
Não, o ponto de encontro é no cais no centro de Lisboa, sem transporte incluso.
Sim, há mantas disponíveis a bordo para quem precisar.
Sim, é adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês devem ficar no colo de um adulto.
Os petiscos são tradicionais portugueses; consulte antes para opções vegetarianas, pois os principais incluem bacalhau e leitão.
Sim, animais de serviço são aceitos neste passeio.
Sua noite começa com um cocktail de Moscatel na embarcação no centro de Lisboa (sem necessidade de transporte), vinho branco, rosé ou verde à vontade (ou cerveja/suco/água), além de três petiscos clássicos portugueses: mini bolinho de bacalhau quentinho, pastel de leitão para quem prefere salgado e pastel de nata para a sobremesa. Ao pôr do sol, brindamos com licor de amêndoa amarga antes de voltar sob as luzes da cidade; mantas estão disponíveis caso esfrie no convés.
Alguém me entrega um copo — é Moscatel doce e gelado, e eu ainda tento me equilibrar no convés enquanto nos afastamos do cais. O céu sobre Lisboa já começa a ficar rosa nas bordas, mas uma brisa preguiçosa que vem do Tejo deixa tudo mais calmo. Nossa guia, Joana, aponta para a Praça do Comércio assim que passamos; ela chama de “a sala de estar de Lisboa”, algo que eu nunca tinha pensado, mas agora não consigo esquecer. Crianças jogam pedrinhas na margem e alguém toca violão atrás da gente. O ar tem um leve cheiro de sal e doce — ou talvez seja só imaginação, porque vi uma bandeja de pastel de nata quando embarquei.
No começo, somos todos estranhos, mas depois de alguns goles (e talvez um bolinho de bacalhau — salgado, quentinho, devorado em dois bocados), a conversa começa a fluir. Joana conta histórias das vielas tortuosas de Alfama e como a Ponte 25 de Abril foi construída pela mesma empresa da Golden Gate, em São Francisco. O sol desce atrás do Cristo Rei do outro lado do rio. Quando a Torre de Belém aparece, toda branca contra a luz dourada, ninguém fala nada por um instante. Não esperava sentir tanta paz num barco com vinho à vontade.
Quando chegamos ao Padrão dos Descobrimentos, alguém tenta pronunciar o nome direito (não fui eu — desisti na primeira tentativa), e Joana ri. Ela serve um licor de amêndoa amarga para brindarmos enquanto voltamos, passando pelo MAAT com suas curvas modernas e antigos armazéns transformados em espaços de arte. Coberta com um cobertor no colo, pastel de nata na mão — sinceramente, podia ficar ali mais uma hora só vendo Lisboa brilhar assim. Às vezes ainda lembro dessa vista quando estou em casa fazendo café.

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