Você vai acelerar pelo coração de Bora Bora num passeio de ATV com guia local, subir para ver a lagoa de tirar o fôlego, provar frutas frescas direto da terra de uma família e explorar relíquias da Segunda Guerra acima da Baía de Faanui. Prepare-se para risadas, ar do mar nos pulmões e momentos que ficam para sempre.
Já estávamos pulando pelas bordas de Vaitape quando percebi o gosto salgado no ar — não só da lagoa, mas da minha própria ansiedade. Nosso guia, Teva, sorria enquanto mostrava como acelerar o quadriciclo (dei uma travada que arrancou risadas). O centro da cidade passou rápido, um borrão de lojas coloridas e crianças acenando das portas. Logo deixamos a estrada para trás e começamos a subir rumo ao planalto Amanahune. Aquela primeira vista — tantos tons de azul espalhados lá embaixo — me fez esquecer até de tirar foto. Às vezes, só dá vontade de ficar ali, respirando fundo.
A parte fora da estrada foi mais esburacada do que eu esperava (meus dentes ainda podem estar tremendo), mas Teva sempre checava se estávamos bem. Ele apontou para o Monte Otemanu à frente — difícil não ficar hipnotizado, ainda mais com as nuvens agarradas no topo como algodão. Paramos num ponto rochoso acima de Anau, de onde dava para ver os hotéis chiques nos motus. Alguém perguntou qual era o favorito dele, e Teva deu de ombros: “São todos legais, mas minha família prefere o lado mais tranquilo.” Isso me fez sorrir.
Depois, entramos numa propriedade de família para provar frutas — mamão tão maduro que quase derretia na mão, abacaxi que picava um pouco na língua. Experimentei o pão de coco (ipo) pela primeira vez; doce, quentinho e quase pegajoso por dentro. Também teve água de coco, gelada a ponto de dar frio nos dentes. A última parada foi no antigo canhão da Segunda Guerra em Faanui — metal enferrujado escondido na encosta verde, de frente para aquela baía selvagem. Ali, com migalhas de coco na camisa e o sol no pescoço, senti uma gratidão estranha por tudo aquilo. Ainda sinto.
A duração exata não é informada, mas inclui várias paradas pela ilha, como degustação de frutas e visita a locais da Segunda Guerra.
Não há almoço completo, mas você vai provar frutas exóticas (banana, mamão, manga, abacaxi), pão de coco (ipo) e bebidas como água de coco.
Não precisa; antes do passeio, há uma rápida introdução para aprender a pilotar.
Cada reserva cobre um quadriciclo para uma ou duas pessoas.
Não há menção a transporte do hotel; opções de transporte público ficam próximas.
Sim, é ideal para famílias, amigos ou casais.
Não é recomendado para quem tem lesões na coluna, problemas cardíacos ou está grávida.
Você vai conhecer o planalto Amanahune com vista para a lagoa, o mirante rochoso de Anau com o Monte Otemanu, provar frutas exóticas numa propriedade familiar e visitar relíquias da Segunda Guerra no canhão de Faanui.
Seu dia inclui o uso de um quadriciclo por reserva (para um ou dois pilotos), paradas guiadas em mirantes incríveis de Bora Bora como o planalto Amanahune e o canhão de Faanui, além de degustação de banana, mamão, manga e abacaxi direto dos produtores locais, pão de coco (ipo), água de coco e água mineral para manter você hidratado durante o passeio.
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