Veleje pela costa selvagem de Mercury Bay em um catamarã para grupos pequenos, saindo de Flaxmill Bay, chegando pertinho de Cathedral Cove e fazendo uma parada para nadar ou fazer snorkel nas águas cristalinas. Aproveite café fresquinho e um lanche enquanto relaxa no deck com guias locais — momentos que vão ficar na memória muito depois do passeio.
O passeio da manhã sai às 9h15, com check-in final até às 9h.
Sim, há uma parada opcional para banho ou snorkel na reserva marinha, com equipamentos inclusos.
Não, o passeio permite ver Cathedral Cove de perto do barco, mas não há desembarque.
Sim, os passeios da manhã oferecem café fresco, suco de laranja gelado e um lanche assado.
Os passeios são em grupos pequenos; o número exato varia, mas o espaço é limitado para garantir conforto.
Sim, o catamarã conta com banheiro e área para troca de roupas.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos a bordo.
O catamarã é movido a vela para minimizar o impacto ambiental; o motor é evitado sempre que possível.
Seu passeio da manhã inclui navegação com skipper e tripulação locais pela costa de Mercury Bay, de Flaxmill Bay até Cathedral Cove, uso de equipamento para snorkel caso queira nadar na reserva marinha, além de café fresquinho e lanche assado servidos a bordo, com retorno previsto para o almoço.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o cheiro — sal e algo parecido com pão quentinho vindo da cozinha, enquanto embarcávamos no catamarã em Flaxmill Bay. O skipper, Pete, deu aquele sorriso de canto e disse que podíamos ajudar com as cordas se quiséssemos, ou simplesmente relaxar nos pufes espalhados pelo deck. Eu experimentei os dois (descobri que dar nó de vela é mais difícil do que parece). O vento soprava forte, mas sem exageros, e dava para ouvir as gaivotas por cima de tudo. Tinha um casal de Auckland conversando baixinho num canto, e uma criança apontava para formas nas falésias — golfinhos? Pedras? Difícil dizer de longe.
Fomos seguindo a costa de Mercury Bay por um bom tempo, que pareceu longo, mas não deve ter sido. A luz mudava o tempo todo na água — prateada num momento, quase verde perto da Gemstone Bay. Pete já tinha apontado Cathedral Cove antes mesmo de eu enxergar; aquele arco é quase surreal visto de perto no barco, parece esculpido à mão. Não desembarcamos (são bem rígidos quanto a isso), mas, sinceramente, ver dali do mar foi perfeito. Tem algo em ser embalado suavemente enquanto você fica olhando aquelas falésias que faz a gente esquecer o celular por um tempo.
Quando ancoramos, alguns pularam direto para o banho ou pegaram snorkels — dizem que tem muitos peixes naquela reserva marinha porque ninguém pode pescar lá. Eu fiquei no deck com meu café (forte e levemente adoçado) e um muffin ainda quentinho. O sol apareceu de vez, e tudo cheirava a algas e protetor solar. Alguém tentou falar “Cathedral Cove” em te reo Māori; Pete riu e deu uma aula rápida — soou melhor do que minha tentativa de falar “Whitianga”, que até hoje não consigo pronunciar direito.
O retorno foi mais tranquilo — talvez todo mundo estivesse absorvendo o momento ou já pensando no almoço. Eu fiquei observando o vento enchendo as velas e como o silêncio sem motor é diferente. É estranho como a gente se acostuma rápido com essa calmaria. Até hoje, semanas depois, ainda me pego lembrando daquela vista de Cathedral Cove por trás dos óculos com salpicos de água do mar.

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