Você vai cozinhar lado a lado com um chef local em Huatulco, aprendendo na prática a preparar empanadas, tortillas, sopes e salsas fresquinhas na praia de La Bocana. Espere risadas, histórias por trás de cada prato, água de hibisco para refrescar e uma refeição que vai ficar na memória.
Sim, o transfer está incluso e você será levado até a praia de La Bocana para a aula.
Você vai preparar empanadas de massa de milho com huitlacoche e abóbora, duas salsas (vermelha e verde), tortillas e sopes tradicionais.
Sim, água de hibisco é servida durante o preparo; cerveja, vinho e margaritas frescas acompanham a refeição.
Sim, todas as áreas são acessíveis para cadeiras de rodas e carrinhos de bebê ou de criança pequena.
Sim, as receitas são enviadas por e-mail após a experiência.
A atividade dura algumas horas, incluindo o transfer, o tempo de preparo e o almoço antes de voltar para o seu local de hospedagem.
Seu dia inclui transfer do seu local em Huatulco até a praia de La Bocana para uma aula prática com um chef local. Você vai beber água de hibisco enquanto prepara os pratos; cerveja, vinho e margaritas frescas acompanham a refeição antes do retorno ao seu hotel. As receitas são enviadas por e-mail depois.
“Não tenha medo da masa!” foi o que o Chef Juan me disse enquanto eu tentava abrir minha primeira tortilla na Wahaca Cooking, em Huatulco. Acabávamos de chegar na praia de La Bocana — com a brisa salgada e alguns pelicanos voando — e eu já estava toda coberta de farinha de milho. Cozinhar ao ar livre tem algo especial, o cheiro de limão e fumaça de lenha deixa tudo mais descontraído. Juan contou histórias da cozinha da avó dele enquanto cortávamos abóbora e huitlacoche para as empanadas. Eu não esperava rir tanto por causa de cebolas.
A aula parecia mais um encontro de família do que uma lição. Picamos e assamos tomatillos para a salsa verde, enquanto passávamos uma água de hibisco com sabor quase floral — difícil de explicar, mas perfeita para o calor do dia. Em um momento, alguém perguntou sobre a origem dos sopes e Juan explicou como cada região tem seu jeito; ele até mostrou como fechar as bordas (as minhas ficaram tortinhas, mas ninguém ligou). As crianças da vizinhança apareciam de vez em quando para assistir — uma delas riu quando tentei falar espanhol. Tudo ficou bagunçado, mas do jeito certo.
Na hora do almoço, sentamos numa mesa longa no pátio. Comemos o que preparamos — empanadas ainda quentinhas, sopes com queijo fresco esfarelado — enquanto Juan preparava margaritas do zero. Tudo tinha um sabor mais intenso depois de fazer com as próprias mãos. Ele prometeu enviar as receitas por e-mail (e cumpriu). No caminho de volta, não saía da cabeça aquela primeira garfada de salsa: defumada, picante, verde vibrante. Até hoje me faz sorrir.
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