Explore Arashiyama em Kyoto com um guia local, passando pelo tranquilo templo Tenryu-ji, o famoso bosque de bambu e santuários escondidos, parando para um matcha tradicional antes de subir ao Parque dos Macacos para vistas da cidade e macacos selvagens — tudo com entradas inclusas. Prepare-se para momentos de paz, risadas suaves e lembranças que ficam para sempre.
Geralmente leva de 20 a 30 minutos em ritmo tranquilo, como parte deste passeio a pé.
Sim, a entrada para o templo Tenryu-ji está incluída na sua reserva.
A caminhada dura cerca de 20 minutos, com muitos degraus e é bastante íngreme; indicada para quem está confortável com subidas.
Sim, você poderá observar de perto os macacos japoneses selvagens no Parque dos Macacos Iwatayama.
Sim, uma bebida tradicional de matcha é oferecida durante o tour.
Crianças pequenas podem usar carrinho, exceto na subida íngreme para o Parque dos Macacos.
O guia local fala inglês durante todo o passeio.
Não inclui transporte do hotel; há opções de transporte público próximas.
Seu dia inclui entradas para o templo Tenryu-ji e o Parque dos Macacos Iwatayama, além de uma bebida tradicional de matcha — tudo com um guia local que fala inglês, mantém o ritmo tranquilo e conhece todos os atalhos pelos caminhos de Arashiyama.
A primeira coisa que me vem à mente é o silêncio sob aqueles bambus em Arashiyama. Parece que o mundo fica mais calmo assim que você sai da rua principal — só o som dos pés na cascalho e o sussurrar do vento. Nossa guia, Emi, contou que os samurais costumavam vir aqui para clarear a mente. Agora eu entendo. O ar tinha um cheiro diferente — meio verde e úmido, mas leve. Começamos pelo templo Tenryu-ji, onde tentei acompanhar a história da Emi sobre jardins zen, mas me distraí com um carpa que espirrava perto dos meus pés. Teve um momento em que um jardineiro local nos cumprimentou com um aceno; ele parecia tão tranquilo que quase me senti envergonhado por estar tão inquieto.
Depois de caminhar pelo bosque de bambu (e claro, todo mundo tenta tirar aquela foto clássica), paramos no santuário Nonomiya. É pequeno, escondido atrás de algumas árvores antigas de cânfora, e a Emi explicou que as pessoas ainda vêm aqui para pedir bons encontros ou um parto tranquilo. Ela nos mostrou como fazer uma pequena reverência — eu errei o tempo, ela riu baixinho, mas não me fez sentir bobo. A parada para o matcha depois disso foi mais do que bem-vinda; minhas pernas já estavam cansadas. O chá tinha um sabor herbáceo e um leve amargor — acho que fiz uma careta, porque a Emi sorriu e disse que é questão de prática.
Eu não esperava que o santuário Mikami fosse sobre cabelo (sério), mas parece que muita gente vem aqui torcendo por fios mais fortes ou só por sorte no próximo corte. O sol começou a aparecer e atravessamos a ponte Togetsukyo com crianças correndo na frente — o rio lá embaixo brilhava quase prateado na luz. Aquela ponte é mais antiga do que parece; a Emi apontou alguns detalhes, mas o que mais ficou na minha memória foi o barulho das bicicletas passando e alguém vendendo batata-doce ali perto.
A última parte até o Parque dos Macacos Iwatayama é puxada — a subida é íngreme e cheia de degraus que parecem não acabar. Mas quando chegamos ao topo, vendo Kyoto se estender lá embaixo e os macacos passeando por perto (um até tentou roubar o lanche de alguém), esqueci da dor nas pernas por um instante. Dá para observar eles bem de perto se tiver paciência — um filhote agarrado na mãe pertinho da cerca, enquanto todo mundo sussurrava para não assustar. A descida foi mais leve, talvez por alívio, ou por algo mais.
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