Você vai caminhar sob bambus gigantes em Arashiyama, atravessar a famosa ponte Togetsukyo com vista para as montanhas e explorar templos tranquilos em Sagano — tudo com um guia local que conhece cada atalho e história. Escolha seus lugares favoritos no caminho e se perca calmamente nos cantos mais suaves de Kyoto.
O tour privado a pé dura cerca de 4 horas.
Você encontra seu guia na estação JR Saga-Arashiyama, perto da catraca.
Sim, você pode escolher 2 a 3 pontos em Arashiyama e Sagano conforme seu interesse.
Não, o transporte público ou táxis podem ser usados entre os pontos, mas o custo não está incluso.
Não, as taxas de entrada são pagas separadamente durante o passeio.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos durante a caminhada.
Use sapatos confortáveis para caminhar, pois o percurso tem trechos irregulares.
Sim, o passeio ocorre faça chuva ou faça sol — leve guarda-chuva se houver previsão de chuva.
O seu dia inclui o encontro com um guia local licenciado que fala inglês na estação Saga-Arashiyama para um tour privado personalizado a pé por Arashiyama e Sagano. Vocês escolhem juntos 2 a 3 locais para visitar (como o templo Tenryu-ji ou Jojakko-ji), usando transporte público ou táxis entre os pontos se necessário — só lembrando que o custo do transporte não está incluso. O ritmo é flexível para você parar onde a curiosidade mandar.
Já tinha visto fotos da floresta de bambu de Arashiyama antes, mas nada prepara você para o impacto do primeiro passo lá dentro. O ar parecia mais fresco, mais leve, e havia um silêncio só interrompido pelo som do vento batendo nos bambus acima da cabeça. Nossa guia, Yuki, nos encontrou na estação Saga-Arashiyama (o que foi ótimo, porque eu me perco fácil nas saídas das estações) e logo começou a mostrar detalhes que eu teria deixado passar — como o musgo subindo pelas paredes de pedra antigas ou a luz mudando conforme a gente avançava em Sagano. Estava tranquilo quando fomos (final da manhã), e por alguns minutos parecia que o lugar era só nosso.
Depois atravessamos a ponte Togetsukyo — Yuki explicou que o nome significa “Ponte da Travessia da Lua”, um nome poético para uma ponte, não acha? O rio corria devagar, com algumas crianças jogando pedrinhas e um senhor pescando calmamente numa margem. Tem algo especial em estar ali, com as montanhas atrás e Kyoto se estendendo à frente, que faz a gente se sentir pequeno de um jeito bom. Paramos também no templo Tenryu-ji — os jardins são famosos, mas confesso que gostei mesmo foi de sentar numa varanda de madeira e observar os carpas nadando no lago. Yuki contou que monges zen cuidam do cascalho ali há séculos; tentei imaginar a paciência que isso exige.
Escolhi o templo Jojakko-ji para nossa última parada porque li que era um lugar calmo — e realmente era. O caminho até lá é cercado por bordos antigos e degraus cobertos de musgo; meus sapatos escorregaram um pouco nas pedras (deveria ter usado solado melhor). Não tinha muita gente, só uma senhora varrendo as folhas que sorriu quando tentei dizer “konnichiwa”. O silêncio ali era diferente, mais como estar abraçado pelo verde do que simplesmente passar por ele. Até hoje penso naquela vista do alto, onde Kyoto desaparece na névoa.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?