Você vai passear pelo bairro Trastevere em Roma provando vinhos regionais, supplì caseiros, três tipos de massa numa trattoria familiar e gelato artesanal — tudo guiado por um local que conhece cada história por trás de cada sabor. Espere risadas com spritz em praças animadas e uma experiência autêntica de comer como um romano, mesmo depois de ir embora.
O tour padrão à noite dura cerca de 3-4 horas; há também uma opção mais curta às 18h15.
Sim, o jantar é uma massa servida no estilo familiar com vinho, além das degustações ao longo da noite.
Sim, você terá prosecco ou vinho em várias paradas, além de um Aperol spritz durante o passeio.
Sim, o gelato artesanal é a sobremesa final antes do encerramento do tour.
Não, o ponto de encontro com o guia local fica em Trastevere, sem serviço de busca no hotel.
Sim, o tour pode ser adaptado para vegetarianos, pescetarianos, dietas sem lactose ou sem glúten, se avisado no momento da reserva.
O grupo é limitado a no máximo 12 pessoas por guia para garantir uma experiência mais íntima.
Este tour não é recomendado para crianças ou quem não consome álcool, devido às várias paradas para vinho.
Sua noite inclui passeio guiado a pé por Trastevere com um especialista local que fala inglês, degustação de mais de dez pratos, incluindo massas romanas clássicas e supplì, seis bebidas em cinco estabelecimentos (de prosecco a vinhos naturais), além de gelato artesanal para fechar — sem preocupação com jantar ou deslocamento entre os pontos.
“Espera, isso é cheiro de pão fresco ou só estou com fome de novo?” Foi assim que começou nosso tour de comida e vinho em Trastevere — eu segurando uma taça de prosecco enquanto o Marco, nosso guia, agitava um prato de frios na nossa frente. A rua lá fora estava cheia de movimento, mas dentro daquela pequena enoteca só se ouvia o murmúrio baixo e o tilintar das taças. Marco nos mandou provar o pecorino primeiro (“É do Lácio, não da Toscana!”), e juro que senti o sabor do campo — salgado, com um toque de ervas, meio quente. Só dez minutos de passeio e eu já tinha perdido a conta de quantas vezes falei “uau” baixinho.
Não esperava me apaixonar pelos supplì — aquelas bolinhas de arroz fritas — naquele lugar antigo que o Marco chamou de “segunda casa dele”. O dono sorriu ao nos ver chegar e me entregou um ainda quente; quando mordi, o molho de tomate escorreu e queimou um pouco minha língua (valeu a pena). Andamos pelas pedras do calçamento até um bar lotado de locais rindo e tomando spritz. Marco explicou como o Aperol spritz virou coisa de romano — não só de veneziano — e então levamos nossos copos para a Piazza di Santa Maria in Trastevere. A basílica brilhava dourada contra o céu e alguém tocava violão perto dali. Pensei: “É assim que o entardecer tem gosto aqui.”
A próxima parada foi uma enoteca minúscula onde o dono escolheu três bruschettas para a gente — uma com pasta de trufa que quase me fez chorar (de emoção). Provamos vinhos tinto e branco; depois do terceiro copo, meu italiano ficou mais confiante, mas não melhor. Marco riu da minha pronúncia (“Bruschetta com som de ‘k’!”) e ninguém parecia se importar se ficássemos ali mais um pouco. Quando chegamos no jantar, numa trattoria que a mesma família toca há décadas, eu já me sentia parte de um clube secreto. Três tipos de massa servidos no estilo familiar; o cacio e pepe era tão apimentado que me fez tossir, mas todo mundo só passava mais vinho.
Terminamos com gelato na rua — avelã para mim — e ficamos ali conversando sobre tudo, menos calorias. Tinha algo especial em ser guiado por alguém que conhece cada atalho e cada rosto por trás do balcão. Não parecia um tour, e sim um convite para entender como os romanos realmente comem (e riem). Ainda penso naquela bruschetta de trufa às vezes, sabe?
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