Você vai passear do Campo de’ Fiori pelas ruas vibrantes de Roma, provando salames, queijos, bacalhau frito, pizza al taglio, supplì, e finalizar com um jantar no Trastevere — além de gelato sob as luzes da cidade. Com um guia local contando histórias, você vai se sentir parte da vida romana (e provavelmente sair bem satisfeito).
O tour dura cerca de 4 horas, começando por volta das 17h30 e terminando às 21h30.
Sim, o jantar está incluído em uma trattoria aconchegante no Trastevere, junto com todas as degustações da noite.
Sim, todas as degustações de comida e os vinhos italianos estão incluídos durante o passeio.
O ponto de encontro é no Campo de’ Fiori, no centro de Roma.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos durante o passeio.
Você vai experimentar salames artesanais, queijos, baccalà fritto (bacalhau frito), pizza al taglio, supplì (bolinhas de arroz fritas), antipasto, pratos de massa e gelato.
Sim, vários vinhos italianos são harmonizados com os diferentes pratos ao longo do percurso.
O grupo é pequeno, com no máximo 16 pessoas para uma experiência mais intimista.
Sua noite inclui todas as degustações — desde salames PGI até queijos romanos — vários vinhos italianos harmonizados, jantar em uma trattoria familiar no Trastevere com antipasto, dois pratos de massa e gelato de sobremesa; tudo guiado por um especialista local, começando no Campo de’ Fiori.
Nunca imaginei que ficaria satisfeito só com “degustações”, mas Roma tem um jeito único de surpreender. Nos encontramos com a guia bem no Campo de’ Fiori, onde a praça estava animada — crianças correndo entre as mesas, alguém tocando acordeão meio desafinado (mas que de algum jeito combinava). Logo de cara, nos deram fatias de salame que pareciam ter esperado o dia todo por nós. A Francesca, nossa guia, explicou o lance do selo PGI — eu acenei fingindo entender. Ela serviu a primeira taça de vinho e brindou com um “cin cin!” Tentei imitar o sotaque dela e ela só sorriu.
Andar por aquelas ruas antigas era como entrar em um filme. A Francesca não parava de contar curiosidades — parece que um prédio ali já foi uma padaria para papas? Entramos numa queijaria que tinha um cheiro forte e terroso ao mesmo tempo. O baccalà fritto estava quente e salgado; queimei a língua porque não consegui esperar. Em um momento, um morador passou apertado carregando três pizzas empilhadas no braço — sem caixa, só papel — e piscou para o grupo como se fosse um segredo nosso.
A parada para pizza al taglio me fez desejar ter um segundo estômago. Depois veio o supplì — bolinhas crocantes de arroz com mozzarella derretida — e, sinceramente, ainda penso naquele sabor quando bate a fome de madrugada. Quando cruzamos para o Trastevere para o jantar, meus pés já estavam cansados, mas o astral lá no alto (talvez o vinho ajudou). A trattoria era pequena e acolhedora; todo mundo falava junto e ninguém se importava. Provamos antipasto e dois pratos de massa com mais vinho — perdi a conta das regiões, mas já nem ligava mais.
Terminamos a noite com gelato sob a luz amarelada dos postes. Meu pistache derreteu rápido, então desisti de tentar comer sem fazer bagunça. A Francesca nos despediu com um “buona notte” que parecia de verdade. Não era só sobre comida ou vinho — era como ser convidado a viver o jeito romano de fechar o dia junto.

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