Você vai embarcar em um barco pequeno em Como e passar por villas lendárias como Olmo e d’Este enquanto o skipper local conta histórias que você não encontra nos guias. Deguste prosecco, petisque delícias regionais e aproveite vistas únicas do lago. Essa é a experiência mais tranquila do Lago de Como — só você, boa companhia e momentos inesquecíveis na água.
O passeio compartilhado dura cerca de uma hora no Lago de Como.
Sim, prosecco é servido a bordo junto com petiscos típicos da região durante o passeio.
Você passará por villas históricas como Villa Olmo, Villa d’Este, Villa Cademartori, Villa Le Fontanelle, Villa Pizzo, Villa Erba, entre outras.
Sim, um guia bilíngue italiano-inglês (o skipper) acompanha você durante todo o passeio.
O passeio sai do porto da cidade de Como, na margem leste do Lago de Como.
Sim, também são oferecidos refrigerante, soda de limão e água durante o passeio.
Sim, é adequado para todos os níveis de condicionamento físico, mas não é recomendado para quem tem lesões na coluna ou problemas cardiovasculares.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o passeio.
Seu dia inclui embarque no porto de Como com um grupo pequeno para um passeio guiado pelas villas históricas como Olmo e d’Este; aproveite taças de prosecco, refrigerante ou soda de limão acompanhados de petiscos locais enquanto o skipper italiano-inglês conta histórias, retornando ao porto após cerca de uma hora no Lago de Como.
Subimos no pequeno barco no porto de Como, o som dos sapatos no convés e aquele cheiro do lago — uma mistura de água fresca com algo verde, talvez cipreste. Nosso skipper, Marco (com seu jeito fácil de contar histórias), nos convidou a entrar. Éramos poucos, o que fez tudo parecer mais um encontro entre amigos do que um passeio lotado. O motor ronronou e deslizamos para fora, deixando para trás o burburinho da cidade e entrando no silêncio das águas abertas.
O primeiro braço do Lago de Como é cheio dessas villas — a primeira que Marco apontou foi a Villa Olmo, com suas linhas neoclássicas que pareciam brilhar contra as colinas. Ele contou sobre festas antigas ali (tentei imaginar a luz das velas tremulando nas janelas). A cada poucos minutos, outra villa surgia: a d’Este com seus jardins que descem até a margem; a Cademartori escondida entre as árvores; a Le Fontanelle, onde Versace costumava fazer festas memoráveis. Eu ficava virando o pescoço para captar cada detalhe, mas, para ser sincero, às vezes só observava o sol dançando nas ondas. Sabe quando você acha que vai lembrar de tudo, mas acaba guardando só a sensação?
Em um momento, Marco distribuiu taças de prosecco — gelado, a ponto de escorrer gotinhas nos meus dedos — e um prato com petiscos locais que eu nem conseguia pronunciar direito (Li riu quando tentei falar um deles em italiano). Passamos perto de Blevio e Cernobbio; alguém apontou para a piscina flutuante do Mandarin Oriental e todos concordamos que parecia coisa de filme. Houve um silêncio especial ao passar pelo Parco Mosaici di Blevio, onde até Marco ficou quieto. Só o canto dos pássaros e o som suave da água batendo no casco.
Não esperava me sentir tão... leve? Talvez fosse o prosecco, ou só estar no Lago de Como com pessoas que, em pouco tempo, pareciam amigos. O passeio acabou rápido demais para mim — ainda penso naquela vista de volta para Como, com o sol baixo nas montanhas, todo mundo em silêncio por um instante antes de alguém soltar uma risada. Tenho certeza que nenhuma foto captura aquilo direito.
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