Você vai navegar pelas águas mais transparentes de La Maddalena com um grupo pequeno e skipper local, parando em Spargi e Budelli para nadar e caminhar nas praias. Aproveite um almoço caseiro a bordo — bruschetta, queijo sardo, massa — e deguste vinho Vermentino enquanto desliza entre as ilhas. Risadas, novos amigos e até um cochilo ao sol enquanto as cores do mar mudam na sua frente.
O grupo é pequeno — no máximo 12 pessoas por barco.
Sim, o almoço é servido a bordo com entradas como bruschetta e queijo pecorino, além de massa.
O roteiro inclui Spargi, Budelli e Santa Maria; às vezes Caprera ou Lavezzi, dependendo do clima.
Água mineral está sempre incluída; no almoço, vinho branco sardo (Vermentino), cerveja e licor de murta após a refeição.
Sim — há paradas para nadar tanto nas praias quanto direto do barco; equipamento de snorkel é fornecido.
O barco tem áreas sombreadas (toldo) e banheiro para uso dos passageiros.
Sim, um bote leva os passageiros até a praia em duas das paradas durante o passeio.
Informe no momento da reserva — eles podem adaptar o almoço para alergias ou intolerâncias.
Seu dia inclui toda a navegação entre as ilhas movida a vento sempre que possível; três paradas cênicas com dois transfers de bote para as praias; banho direto do barco; uso de snorkel e boias; almoço caseiro com entradas e massas sardas; água mineral, vinho Vermentino, cerveja no almoço e licor de murta depois; ducha de água doce na popa; assentos sombreados sob toldo; banheiro disponível durante todo o passeio.
A primeira coisa que percebi foi como o vento aqui tem um cheiro diferente — salgado, mas também com um toque de ervas silvestres. Mal havíamos saído do porto de Palau quando nosso skipper, Andrea, sorriu e disse que “o verdadeiro espetáculo” começava quando as velas fossem içadas. Ele nos deixou ajudar com as cordas (eu só atrapalhava), e de repente estávamos deslizando rumo a Spargi. Há um silêncio que só existe sob vela — só o som da água batendo no casco e algumas risadas de um casal tentando tirar uma selfie sem deixar o celular cair no mar. Não esperava me sentir tão... desconectado, para ser sincero.
Paramos primeiro em Cala Corsara. Andrea apontou uma pedra que parecia a cabeça de uma bruxa — cada um via algo diferente. A água estava fria no começo, mas logo ficou perfeita, e eu conseguia ver peixinhos prateados nadando entre os meus dedos. Depois de secar no sol (e talvez cochilar uns dez minutos), seguimos para Budelli. A areia lá é quase rosa — não um rosa exagerado, mas um tom suave que aparece quando a luz bate do jeito certo. O almoço foi bruschetta, queijo pecorino local e uma massa que tinha um sabor muito melhor do que qualquer coisa que eu faça em casa. Alguém perguntou sobre o vinho Vermentino e Andrea contou que vinha da vinha do primo dele; era fresco e combinava de um jeito estranho, mas perfeito, com o ar do mar.
A ilha de Santa Maria foi nossa última parada — sem multidões, só nós e algumas gaivotas de olho no que sobrou. Nadamos de novo direto do barco; meus braços ainda estão doloridos, mas de um jeito bom. No caminho de volta, Andrea serviu um pouco de licor de murta para todos (ele chamou de “remédio”) e contou histórias de quando cresceu nessas ilhas. Já havia uma vibe leve entre todos — rostos queimados de sol, sal no cabelo, ninguém mais olhando o celular. Até hoje penso naquela vista enquanto navegávamos de volta para Palau, desejando que tivéssemos mais uma hora por ali.
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