Embarque num catamarã em Porto Cervo com um grupo pequeno e navegue pelo Arquipélago de La Maddalena — nade em Spargi, admire a Praia Rosa protegida de Budelli e ancore para um longo almoço com vinho local enquanto as águas turquesa batem no casco. Risadas, momentos de paz, sal na pele — e histórias para guardar na memória.
O passeio parte do porto de Poltu Quatu, perto de Porto Cervo.
Sim, um almoço de peixe com vinho local é servido a bordo durante a parada.
Não, nadar ou pisar na Praia Rosa de Budelli não é permitido devido às regras de proteção ambiental.
O roteiro geralmente inclui as ilhas Spargi, Budelli, Razzoli e Santa Maria.
Sim, são oferecidos vinho Vermentino, prosecco, cerveja, licor de murta, refrigerantes, água mineral, café e chá.
Sim, máscaras e snorkels estão disponíveis para os convidados usarem a bordo.
O catamarã tem 12 metros de comprimento.
Sim; bebês podem ir em carrinhos ou no colo de um adulto durante o passeio.
Seu dia inclui saída de Porto Cervo com todas as bebidas — aperitivo sardo, vinho Vermentino ou prosecco — servidas a bordo junto com água mineral e refrigerantes. Um almoço fresco de frutos do mar marca a pausa do meio-dia enquanto você navega entre as ilhas; equipamentos para snorkel e pranchas de stand-up paddle estão à disposição. Café ou chá encerram o passeio antes do retorno ao porto.
Subimos no catamarã em Poltu Quatu, ainda passando protetor solar nos braços e tentando enxergar o brilho do sol refletido na água. Nosso capitão, Marco, tinha aquele jeito bronzeado de quem vive no mar há anos — sorriu e disse que o roteiro do dia dependeria do vento. Sardenha tem um cheiro diferente do continente, juro; até o ar traz um leve aroma de ervas selvagens e sal. O barco deslizou, deixando para trás o burburinho de Porto Cervo e mergulhando num silêncio só quebrado pelo som da água batendo no casco e risadas que vinham da frente.
A primeira parada foi em Spargi. Quase tropecei tentando chegar à beira quando Marco apontou a água cristalina — parecia vidro, de verdade. Pulamos (fiquei hesitando um pouco, parecia fria, mas não era) e flutuamos vendo peixinhos nadando por baixo. Alguém tentou fazer snorkel pela primeira vez e voltou tossindo, mas sorrindo. A palavra-chave aqui é Arquipélago de La Maddalena, mas o que ficou na minha memória foi a areia macia entre os dedos quando finalmente pisei na praia.
Depois seguimos para a Praia Rosa de Budelli — dessa vez só para admirar, nada de banho. Não é mais permitido pisar ali (regras de proteção), então ficamos ancorados perto, enquanto Marco explicava que a cor vem dos corais triturados. O silêncio tomou conta por um instante — talvez por respeito ou para não quebrar o encanto daquele lugar. Tentei dizer “Spiaggia Rosa” em italiano; Li riu do meu sotaque e disse que o dela também não era lá essas coisas.
O almoço rolou entre Razzoli e Santa Maria — ancorados numa lagoa onde três ilhas quase se tocam. A água ali é tão transparente que parece mentira nas fotos. Serviram vinho Vermentino e pratos de frutos do mar que tinham gosto de terem sido pescados há pouco tempo (talvez mesmo). Uma brisa leve mexia nos guardanapos, e eu queria ter trazido um casaquinho — mas nem liguei muito. Depois do café e de um gole de licor de murta (forte!), ficamos deitados no deck ouvindo Marco contar histórias de velhos marinheiros que se escondiam por ali.
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