Embarque num hidrofólio rápido em Nápoles para um passeio fácil pela Costa Amalfitana — sem curvas ou trânsito. Com um guia local contando histórias enquanto você passa pelo Vesúvio e pela ilha Li Galli, terá tempo livre em Amalfi (3h) e Positano (2h) para explorar no seu ritmo antes de voltar pelo golfo. Prepare-se para ar salgado, cores vibrantes e momentos inesquecíveis.
O passeio dura o dia todo, com 3 horas em Amalfi e 2 horas em Positano, além do tempo de navegação de hidrofólio.
Não, o almoço não está incluído — você terá tempo livre em cada cidade para comer por conta própria.
Não há tours guiados formais nas cidades; o guia comenta durante a navegação, mas a exploração é por conta própria.
Não, não há serviço de busca no hotel; o ponto de encontro é diretamente no porto de Nápoles.
Não, o ferry só faz paradas técnicas rápidas em Capri e Sorrento — não é permitido desembarcar.
Não, devido às calçadas irregulares e escadas íngremes, principalmente em Positano, não é acessível para cadeirantes.
Se o passeio for cancelado por mau tempo ou mar agitado, você poderá remarcar para outra data ou receber reembolso total.
Seu dia inclui passagens de ferry rápido ida e volta entre Nápoles, Amalfi e Positano com todas as taxas NLG incluídas; comentários de um guia profissional durante a navegação; além de 3 horas livres em Amalfi e 2 horas em Positano antes do retorno pelo mar — toda a logística cuidada para você só se preocupar em explorar (e comer gelato).
Eu nunca tinha andado de hidrofólio antes, então quando embarcamos no porto de Nápoles, fiquei meio nervoso, meio curioso para saber como seria a sensação. O barco acelerou passando pelo Castel dell’Ovo e de repente tudo ficou com cheiro de mar e vento batendo no meu cabelo (deveria ter prendido). Nossa guia — Giulia — apontou o Vesúvio atrás da gente, todo calmo, mas ainda imponente. Ela contou histórias sobre a ilha Li Galli enquanto passávamos; dizem que sereias moravam lá? Não sei se acredito, mas a água ao redor era azul demais pra ser real.
A primeira parada foi Amalfi. Estava mais movimentada do que eu esperava, mas ainda assim com aquele ar antigo — parecia que as pedras tinham visto muito sol. Tínhamos três horas para explorar por conta própria. Me perdi por vielas minúsculas que cheiravam a limão e roupa lavada (alguém pendurava lençóis acima de mim), e acabei parado admirando os degraus da Catedral por um tempão. Tinha um casamento acontecendo lá dentro — todo mundo batendo palmas e jogando arroz — e por um instante pensei que talvez eu não devesse estar ali, mas ninguém parecia se importar. O almoço foi um sanduíche rápido numa padaria perto da praça principal; sério, o pão estava tão bom que nem lembrei de tirar foto.
Positano é quase surreal quando vista do mar — aquelas casas coloridas empilhadas pareciam uma piada. Duas horas lá não são muito se você quiser subir tudo, mas ficamos mais perto da praia. Comi um gelato (stracciatella para mim) e fiquei vendo a galera tirando selfies com os pés na água. Subir de volta não é brincadeira — as escadas são irregulares e minhas pernas sentiram — mas tem algo em ver aquelas cores de perto que faz você esquecer o suor na camiseta por um tempo.
A volta foi mais tranquila, talvez porque todo mundo estava cansado ou só cheio de sol e cheiro de mar. A Giulia passou de novo e perguntou se tínhamos visitado a loja de cerâmica que ela tinha comentado antes — eu não tinha, e agora me arrependo um pouco. O ferry fez paradas rápidas em Capri e Sorrento, mas ninguém desceu; só deu pra ver a galera acenando dos cais. Enfim, se você está pensando nesse passeio de um dia de Nápoles até Amalfi e Positano de hidrofólio... não tem nada igual a ver aquela costa deslizando do convés. Até hoje lembro daquela vista quando o barulho em casa fica demais.

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