Você vai embarcar em um ferry em Nápoles com um guia local, provar uma granita de limão refrescante em Amalfi e explorar as duas cidades no seu ritmo — catedrais, praias, lojas. Espere multidões animadas, sabores autênticos e vistas incríveis dos penhascos.
O passeio dura quase o dia todo, saindo de manhã de Nápoles e retornando à noite após visitar as duas cidades.
Sim, você terá cerca de duas horas e meia em Amalfi e aproximadamente duas horas em Positano para explorar por conta própria.
O tour inclui bilhetes de ferry hidrofoil ida e volta entre Nápoles, Amalfi e Positano; guia local; e degustação de granita de limão.
Você encontra seu guia do lado de fora do Caffè Beverello, no porto Molo Beverello em Nápoles.
Não, o almoço não está incluído, mas você terá tempo para comer onde quiser durante o tempo livre em cada cidade.
Sim, todos os trajetos entre Nápoles, Amalfi e Positano são feitos de ferry hidrofoil, já incluídos no bilhete.
Sim, bebês podem ficar no colo ou no carrinho; animais de serviço também são permitidos.
Sim, os guias falam italiano, inglês e espanhol durante o passeio.
Seu dia inclui bilhetes de ferry hidrofoil ida e volta entre Nápoles, Amalfi e Positano; acompanhamento de um guia local fluente em inglês (e italiano ou espanhol se necessário); além de uma refrescante degustação de granita de limão ao chegar em Amalfi, antes de explorar no seu ritmo.
Não esperava que a primeira coisa que eu sentiria em Nápoles fosse o cheiro de café misturado com o ar salgado no Molo Beverello. Nossa guia — Giulia, que falava com as mãos como se contasse histórias — nos reuniu perto do café e fez uma rápida explicação. Indicou qual ferry era o nosso (com certeza eu teria escolhido o errado). A viagem foi mais barulhenta do que imaginei, com crianças rindo, um casal ao meu lado discutindo baixinho em italiano sobre protetor solar. Eu só fiquei olhando o Vesúvio sumir atrás da gente e tentando não derrubar meu espresso.
Chegar em Amalfi foi como entrar numa carta-postal, só que mais agitado — no melhor sentido. Giulia nos levou direto para uma barraca onde nos serviram uma granita de limão geladíssima. Era azeda na medida para fazer a gente fechar o rosto, mas perfeita depois do sol no convés. Ela contou um pouco sobre os tempos em que Amalfi era um ducado (eu só conseguia imaginar navios medievais exatamente onde estávamos). Tínhamos duas horas para explorar, então entrei na catedral — a pedra fria sob as mãos — e depois me perdi pelas vielas onde roupas secavam penduradas e os lojistas diziam “buongiorno” sem nem olhar para cima.
Depois de nos reencontrarmos (quase perdi a noção do tempo), embarcamos para Positano. Aquela parte da costa — os penhascos são ainda mais impressionantes ao vivo do que nas fotos. Em Positano, Giulia deu uma rápida introdução, mas deixou a gente livre para aproveitar. A cidade é feita de escadas e cores; comprei um peixinho de cerâmica de um senhor que deu de ombros quando perguntei se ele mesmo fazia (“às vezes”, disse). A praia estava cheia, mas ninguém parecia se importar; tem algo em ouvir tantas línguas ao mesmo tempo que faz você se sentir anônimo e parte de algo maior.
Até hoje lembro do primeiro gole da granita, que tinha o gosto do próprio verão. Sair de Positano de ferry com a luz mudando — isso você tem que ver com seus próprios olhos. O dia não foi perfeito (meus sapatos ainda estão cheios de areia), mas foi real de um jeito que só a viagem às vezes consegue ser.
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