Você vai de minivan de Amalfi até Sorrento antes de navegar pela costa lendária de Capri com um grupo pequeno e skipper local. Nade perto das rochas Faraglioni, prove limoncello fresco no convés e explore Capri no seu ritmo por algumas horas. Prepare-se para o cheiro do mar, risadas com italiano errado e momentos que vão ficar na memória muito depois da viagem.
Entramos na van logo depois das 8 da manhã, ainda meio sonolentos e segurando um café de uma cafeteria perto da Praça Flavio Gioia, em Amalfi. Nosso motorista, Antonio, tinha um jeito de conversar sem tirar os olhos da estrada sinuosa — contou sobre o limoeiro da mãe dele, lá em cima de Atrani (acho eu?), e logo depois avisou sobre gaivotas que roubam lanche no porto. A viagem até Sorrento demorou mais do que eu esperava — cerca de uma hora e meia — mas, sinceramente, ver o mar brilhando entre as oliveiras fez o tempo passar rápido. Teve um momento em que viramos uma curva fechada e, de repente, toda a costa de Sorrento se abriu lá embaixo. Quase deixei o celular cair tentando tirar foto.
Subir no barco foi como entrar na sala de alguém — éramos só doze, mais o nosso skipper Marco, que já distribuiu taças de prosecco antes mesmo de sairmos do cais. Ele apontou a Cala di Mitigliano enquanto passávamos por penhascos que pareciam até de mentira com a luz da manhã. O ar tinha cheiro de sal, mas também um toque doce, talvez por causa das flores silvestres agarradas às pedras? Desaceleramos na Punta Campanella, onde uma antiga torre de vigia se inclina contra o céu. Marco disse que piratas se escondiam ali (pisca o olho — será que é verdade?), e logo seguimos rumo a Capri.
Já tinha visto fotos das rochas Faraglioni, mas vê-las de perto é outra história — são enormes e, de algum jeito, mais silenciosas do que eu imaginava. Paramos para nadar perto da Marina Piccola; hesitei porque a água parecia fria, mas pulei mesmo assim. No começo deu um choque, mas depois ficou perfeito — tão transparente que dava para ver peixinhos correndo entre as pedras. Alguém passou limoncello (doce e pegajoso, queimou um pouco na garganta) enquanto secávamos no sol. Em um momento, Marco tentou ensinar a gente a falar “Grotta Bianca” direito — Li riu quando eu mandei mal no italiano.
Já em Capri, caminhamos pelas ruelas até a Piazza Umberto I — a famosa “Piazzetta”. É menor do que eu imaginava, mas cheia de gente tomando espresso ou só observando o movimento. As três horas passaram voando; mal deu tempo de comer um sanduíche rápido e olhar umas vitrines antes de voltar pro barco. A volta foi mais lenta, talvez porque todo mundo estava quieto ou cansado de sol — eu só pensava naquele choque da água fria e em como tudo parecia mais azul dali de fora.
A excursão completa leva quase o dia todo, incluindo os traslados — espere cerca de 9 horas no total.
Sim, há uma parada para banho ou snorkel perto da Marina Piccola, em Capri.
O barco semi-privado comporta até 12 passageiros, além da tripulação.
Sim, você terá cerca de 3 a 4 horas para explorar Capri por conta própria.
Sim, há lanches secos, refrigerantes como Coca-Cola, cerveja, água, além de degustação de prosecco e limoncello a bordo.
Não, o ponto de encontro é fixo na cidade de Amalfi, na Praça Flavio Gioia.
Não há parada programada na Gruta Azul por causa do tempo de espera; você pode visitá-la por conta própria durante o tempo livre em Capri.
Sim, é indicado para todos os níveis de preparo físico; bebês podem ir em carrinhos ou no colo de um adulto.
Seu dia inclui traslado de minivan do centro de Amalfi (Praça Flavio Gioia), transfer ida e volta até o porto de Sorrento, navegação com skipper que fala inglês em barco semi-privado (máximo 12 convidados), lanches secos e bebidas não alcoólicas, além de degustação de prosecco e limoncello a bordo, paradas para banho ou snorkel perto da Marina Piccola, cerca de três a quatro horas de tempo livre na ilha de Capri e retorno ao ponto de encontro em Amalfi no fim da tarde.
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