Você vai ficar a poucos metros da lava real escorrendo no Lava Show em Vik, sentindo o calor e ouvindo o chiado enquanto guias locais contam histórias incríveis do passado vulcânico da Islândia. Inclui óculos de segurança, vídeo educativo sobre vulcanismo, demonstração ao vivo com perguntas e respostas, e relato pessoal da erupção do Katla em 1918 — tudo em uma hora inesquecível.
O show pode não ser adequado para crianças muito pequenas, abaixo de 5 anos, por causa do calor e do barulho.
A experiência dura entre 45 minutos e 1 hora.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeiras de rodas.
O ingresso inclui óculos de segurança, vídeo educativo, demonstração ao vivo com o guia, sessão de perguntas e respostas, e entrada para o Lava Show em Vik.
Sim, você verá lava vermelha e quente sendo despejada na sua frente, em um ambiente controlado.
O show começa pontualmente; recomendamos chegar 20 minutos antes.
Não é necessário usar roupa especial, mas faz bastante calor durante o show.
Bebês podem participar se estiverem no colo de um adulto ou no carrinho.
Seu ingresso garante entrada para o Lava Show em Vik, óculos de segurança para todos, um vídeo educativo explicando o vulcanismo islandês antes da parte quente, uma demonstração ao vivo onde você verá e sentirá a lava derretida de perto (fica bem quente!), além de tempo para perguntas e histórias do guia local — incluindo o relato pessoal da erupção do Katla em 1918.
“Está mais quente do que eu imaginava,” alguém sussurrou atrás de mim enquanto entrávamos na sala escura em Vik — e, para ser sincero, eu também pensei o mesmo. Nosso guia, Baldur (parecia que poderia enfrentar um vulcão), distribuiu os óculos de segurança com um meio sorriso, como se já soubesse o que viria. O ar já tinha um cheiro meio metálico, e um murmúrio baixo vinha da plateia — nervoso, animado, talvez os dois? Fiquei mexendo nos óculos enquanto passavam um vídeo curto sobre o vulcanismo islandês. É impressionante pensar o quanto esse país é moldado pelo fogo que está sob nossos pés.
Então veio o grande momento. Eles despejaram a lava ali mesmo — pedra derretida vermelha e incandescente — que escorreu na bandeja de areia com um chiado que fez todo mundo recuar ao mesmo tempo. Dá para sentir o calor no rosto mesmo estando a alguns metros (minhas bochechas ficaram vermelhas). Baldur cutucou a lava com uma barra de ferro e contou como a família dele viveu a erupção do Katla em 1918. Ele ficou sério por um instante ao falar disso — dava para perceber que não era só uma história para turista. Alguém perguntou se ele já se acostumou a trabalhar com lava todo dia; ele riu e respondeu: “Não muito.”
Tentei pronunciar “eldfjall” (vulcão) durante o bate-papo e quase falhei — Baldur sorriu, mas não corrigiu. Tudo durou uns 45 minutos, mas parecia um momento fora do tempo, como se tivéssemos acesso a um segredo que poucos têm a chance de ver de perto. Saí com cheiro de pedra quente e desejando ter prestado mais atenção nas aulas de geografia. Até hoje, às vezes, quando fecho os olhos, juro que escuto aquele chiado da lava esfriando.

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