Você vai pedalar uma bike elétrica pelas ruas coloridas de Galway e pela costa do Atlântico, ouvindo histórias do seu guia local pelo caminho—do Spanish Arch até a Salthill Promenade. Prepare-se para risadas com os capacetes inteligentes, o vento do mar no rosto e uma verdadeira imersão no que faz essa cidade pulsar.
O passeio dura cerca de 3 horas do começo ao fim.
Não, qualquer pessoa que se sinta confortável numa bicicleta comum pode participar.
O passeio começa em uma loja de bicicletas no centro de Galway, no Latin Quarter.
A altura mínima é 1,46 m e o peso máximo é 125 kg.
Sim, capacetes com walkie-talkie são fornecidos para facilitar a comunicação durante o passeio.
Você verá lugares como Spanish Arch, Salthill Promenade, Catedral de Galway e outros pontos locais.
Não inclui refeições, mas dá para comer em algum lugar perto antes ou depois do passeio.
Sim, é para todos os níveis, já que as bikes elétricas fazem a maior parte do esforço.
Seu dia inclui bicicletas elétricas de alta qualidade com menos de um ano de uso, capacetes com walkie-talkie para você conversar enquanto pedala, acompanhamento de um guia local super amigável que conhece cada cantinho de Galway, visitas a cinco bairros importantes incluindo paradas no Spanish Arch e na Salthill Promenade—e muita brisa fresca com exercício na medida certa para você se sentir vivo antes de voltar ao Latin Quarter onde tudo começou.
Eu me atrasei. Nada dramático, mas o suficiente para enrolar com as alças do capacete enquanto todo mundo já sorria para nossa guia, Ciara. Ela só riu e disse: “Relaxa, você vai pegar o jeito”, e isso me fez sentir que a conhecia há anos. A loja fica bem no Latin Quarter de Galway—calçamento de pedras sob os pés, música de um pub escapando antes do meio-dia. Minhas mãos estavam geladas no guidão no começo (verão irlandês é mais uma sugestão do que certeza), mas essas bikes elétricas? Quase não precisa pedalar. É até estranho de tão fácil.
Passamos rápido pelo Spanish Arch—Ciara contou onde as crianças pulam no rio quando esquenta (nem consigo imaginar). Ela tinha histórias para tudo: por que a Salthill Promenade está sempre cheia de gente com sorvete, mesmo na garoa, como a catedral é ao mesmo tempo gigante e meio nova. Em um momento, todos tentamos dizer “Sláinte” juntos pelo capacete com walkie-talkie—meu sotaque foi tão ruim que Ciara quase espirrou o chá de tanto rir. A cidade cheira a algas e batatas fritas perto de Salthill, e de repente você passa pelos gramados da universidade, tão verdes que parecem falsos depois da chuva.
Não esperava me sentir tão conectado a um lugar em apenas três horas. Talvez tenha sido ouvir pedaços da história enquanto andávamos—sem ficar parado endurecendo—ou só poder conversar com todo mundo sem gritar ou parar a cada dois minutos. Quando paramos no O’Connors Pub (infelizmente não para beber), Ciara contou sobre as noites de música e prometi voltar numa dessas. Tem algo em ver Galway de bike que faz a cidade parecer ao mesmo tempo menor e maior, sabe?

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