Você vai deixar Dublin para trás e seguir por estradas de montanha, visitar seis pubs rurais (cada um com seu charme), almoçar comida caseira numa cabana antiga e curtir música irlandesa de verdade com locais que te recebem de braços abertos — mesmo se seu sotaque for desastroso. Não é só ver, é sentir o que fica depois.
O tour passa por seis pubs tradicionais rurais na região das Montanhas Dublin e Wicklow.
Sim, há uma refeição caseira servida no meio do passeio, numa antiga cabana de caça.
Sim, o tour inclui pickup e drop-off no centro de Dublin para sua comodidade.
Sim, no último pub sempre tem música tradicional irlandesa ao vivo com músicos locais.
Os grupos são pequenos — no máximo 15 pessoas para uma experiência mais íntima.
O tour é acessível para todos os níveis de condicionamento físico; há pouco deslocamento a pé entre os locais.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local de encontro em Dublin.
Seu dia inclui transporte em micro-ônibus com ar-condicionado saindo do centro de Dublin, visitas a seis pubs rurais tradicionais espalhados pelas Montanhas Dublin e Wicklow (incluindo o Johnnie Fox’s Pub), um almoço reforçado caseiro numa antiga cabana de caça, bastante tempo para interagir com locais e outros viajantes, além de música tradicional irlandesa ao vivo antes do retorno à cidade ao anoitecer.
Confesso que achava que já tinha visto pubs demais em Dublin — até fazer esse passeio de um dia pelas Montanhas Wicklow e mudar de ideia. Saímos da cidade num micro-ônibus com ar-condicionado (graças a Deus), e em meia hora já dava para sentir o cheiro da grama molhada e do turfa no ar, em vez de fumaça de carro. Nosso guia, Brian, contava histórias que nos faziam rir o tempo todo — parecia conhecer cada curva da estrada e até o primo do dono de cada pub. A primeira parada foi num lugarzinho minúsculo nas colinas de Dublin, onde a Guinness parecia mais gelada, talvez porque a gente tivesse merecido depois daquela viagem.
Ainda lembro da luz entrando pelas janelas antigas do Johnnie Fox’s Pub. Antes era uma fazenda — dá para perceber pelo chão irregular e pelas ferramentas antigas de agricultura penduradas por todo lado. Tinha um cara no bar que nos recebeu como se fôssemos vizinhos, mesmo eu tendo atrapalhado todo o “sláinte” (ele riu e tentou me ensinar de novo). O almoço caseiro veio depois, numa antiga cabana de caça — pratos grandes de ensopado que embaçaram meus óculos. Todo mundo se acomodou, sem pressa, só curtindo o momento.
O melhor? Em algum ponto entre a vila de Roundwood e nossa última parada, acabamos num pub pequeno do interior onde os moradores chegavam depois do trabalho. Alguém começou a tocar violino perto da lareira — não era show, só música porque era quinta-feira. Entramos no coro (mal, claro). Em dado momento percebi que não olhava o celular fazia horas. Tudo parecia tão simples, como se você fizesse parte de algo comum, mas ao mesmo tempo especial. Difícil explicar se você não viveu.

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