Comece o dia cavalgando pelas colinas selvagens de Wicklow com um guia local antes de se aquecer com um almoço na vila de Enniskerry. Caminhe entre pedras antigas em Glendalough e respire o ar puro das montanhas perto do Guinness Lake. Se busca um passeio em grupo pequeno saindo de Dublin que seja pessoal e tranquilo, este vai ficar na sua memória muito depois de voltar para casa.
O passeio sai da estátua da Molly Malone na Suffolk Street, Dublin, às 9h20.
A cavalgada dura cerca de 1 hora e 30 minutos perto do Killegar Stables.
O almoço não está incluído, mas há uma parada na vila de Enniskerry com opções recomendadas como o Poppies Café.
Sim, botas e capacetes são fornecidos pelo Killegar Stables como parte do passeio.
Crianças devem ter pelo menos 14 anos e estar acompanhadas por um adulto para participar.
O passeio segue pelas Montanhas Wicklow, com paradas no Guinness Lake e termina no sítio monástico de Glendalough.
Sim, o pickup está incluído na estátua da Molly Malone na Suffolk Street às 9h20.
O peso máximo é 15 stone (95 kg) para homens e 16 stone (102 kg) para mulheres.
Seu dia inclui transporte em grupo pequeno saindo de Dublin com pickup na estátua da Molly Malone, toda a estrutura para cavalgada perto do Killegar Stables (com botas e capacetes fornecidos), comentários ao vivo do guia local durante o trajeto pelas Montanhas Wicklow, bastante tempo para explorar o vale de Glendalough a pé, além de uma pausa para almoço tranquilo na vila de Enniskerry antes do retorno a Dublin à noite.
Começamos desviando do movimento matinal de Dublin, nos encontrando bem embaixo da estátua da Molly Malone (ela tem aquele olhar — você vai entender). Nossa guia, Aoife, já estava lá, acenando com um sorriso tranquilo. A saída da cidade foi mais calma do que eu esperava; só o ronco da van e algumas piadas meio sonolentas sobre o tempo irlandês. Quando chegamos ao Killegar Stables, o cheiro de grama molhada e sela de couro já estava no ar — confesso que fiquei meio nervoso de montar a cavalo depois de tanto tempo. Eles nos mediram para botas e capacetes (tive que trocar o meu duas vezes, porque minha cabeça é maior do que eu pensava), e nos deram cavalos que pareciam mais pacientes do que eu jamais serei.
A cavalgada em si — cerca de uma hora e meia — seguiu por trilhas sinuosas onde dava para ouvir a própria respiração entre os cascos. Em alguns momentos, a névoa descia pelas colinas e tudo ficava silencioso, exceto por alguém lá na frente rindo do cavalo que parava para comer capim. Aoife contou várias histórias locais (tem uma sobre fadas que roubam rédeas — ela jura que é verdade) e mostrou onde “Coração Valente” foi filmado. É uma sensação estranha, mas muito boa, estar lá em cima, olhando para aqueles vales.
O almoço foi em Enniskerry, num lugar chamado Poppies Café, onde eles sabem exatamente o quanto a gente fica faminto depois de cavalgar. Pedi algo quente e simples — nem lembro o que era, mas tinha gosto de manteiga, sal e aconchego. Depois seguimos para o interior das Montanhas Wicklow; pela janela dava para ver flashes do Guinness Lake, que realmente tem aquela faixa escura no meio, igual a uma pint. Paramos para fotos, mas, sinceramente, eu só queria ficar ali mais um pouco, respirando aquele ar gelado.
Glendalough foi a última parada — paredes de pedra antigas entre lagos e floresta. Alguns foram ver as ruínas monásticas de São Kevin; eu fiquei andando devagar, com os sapatos afundando no musgo. Tem algo nesses dois lagos que fica na memória — talvez seja a tranquilidade deles, ou só o cansaço nas pernas naquele momento. De qualquer forma, voltamos para a van enquanto a luz do dia desaparecia atrás da gente. Ainda estou pensando naquela vista a cavalo, mesmo agora.

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