Você vai desembarcar na Ilha Longstone com o George, que vai contar histórias do farol e mostrar a rota do resgate de Grace Darling. Veja focas cinzentas de perto, ouça os pássaros nas falésias e escolha entre visitar o farol por dentro ou passear ao ar livre com o vento do mar no rosto.
Você chega na Ilha Longstone de barco, como parte deste passeio que sai do porto de Seahouses.
Sim, há uma opção extra para visitar o interior do Farol Grace Darling por uma pequena taxa em dinheiro, que é destinada a caridade.
Cachorros são permitidos na Ilha Longstone, desde que estejam na coleira e longe da vida selvagem.
O guia e comandante é o George, que também é o faroleiro da Trinity House.
Sim, a Ilha Longstone abriga uma colônia de focas cinzentas que você poderá observar durante a visita.
Não, o passeio sai diretamente do porto de Seahouses, sem transporte incluído.
O barco é família, mas crianças precisam ter mais de 120cm para entrar no farol.
O barco é acessível para cadeirantes, mas o acesso ao interior do farol exige mobilidade.
Durante o passeio, você terá comentários especializados do George — que é tanto o comandante quanto o faroleiro — além do desembarque exclusivo na Ilha Longstone para ficar perto de pássaros e focas. Se quiser, pode pagar uma pequena taxa em dinheiro para entrar no Farol Grace Darling; caso contrário, aproveite para explorar o lado de fora antes de voltar de barco para Seahouses.
“Tem certeza que é essa a rocha certa?” perguntei ao George, apertando os olhos para a borda irregular da Ilha Longstone enquanto nosso barco se aproximava. Ele só sorriu — afinal, é o faroleiro da Trinity House há anos, então devia saber. O cheiro do mar era forte e salgado, e já dava para ver as focas cinzentas descansando como velhos pescadores nas pedras cobertas de algas. Uma delas latiu para a gente (ou talvez para mim, que estava encarando). Saímos de Seahouses há uns 20 minutos, mas parecia outro mundo ali fora.
Eu não esperava realmente pisar na Longstone — dizem que esse passeio é a única forma de desembarcar lá. George contou sobre Grace Darling de um jeito natural, como quem cresceu ouvindo a lenda no quintal de casa. Ele mostrou a rota do resgate que ela fez enfrentando tempestades, e, olhando aquelas ondas mesmo num dia calmo, arrepiei. Dá para entrar no Farol Grace Darling por uns poucos pounds (leve dinheiro em espécie — a entrada é para caridade), ou só passear do lado de fora, se preferir. Tentei pronunciar o nome de um dos pássaros que ele mencionou (meu inglês não ajudou), e ele riu. Não esperava ser testado sobre papagaios-do-mar.
O vento rodopiava enquanto observávamos os pássaros marinhos fazendo ninhos nas falésias — gaivotas, trinta-réis, todos gritando como numa reunião de família barulhenta. As pedras eram ásperas sob minhas botas; não tem trilha, só líquens e spray do mar. Se levar seu cachorro (na coleira), ele pode entrar também — o nosso só queria farejar o cheiro das focas. Não é um lugar arrumado ou chique; é cru e verdadeiro. Ainda penso naquela vista dos degraus do farol, céu aberto e selvagem acima, e só o mar infinito além das focas.
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