Você vai sentir Ubud através das suas texturas — batik quente direto das mãos do artesão, água sagrada no templo Tirta Empul, dedos enlameados nos terraços de arroz de Tegalalang e o frescor da cachoeira Tegenungan. Com transfer incluso e guia local em cada parada, você vai conhecer as tradições de Bali de perto — e talvez se surpreender ao notar muito mais do que esperava.
Sim, o transfer do seu hotel está incluso no passeio.
Você vai conhecer a Vila Celuk para artes tradicionais, o templo Tirta Empul para rituais de purificação, os terraços de arroz de Tegalalang e a cachoeira Tegenungan.
Sim, todos os ingressos e taxas estão incluídos na sua reserva.
Você pode nadar se as condições da água permitirem; confirme com seu guia ao chegar.
Não, o almoço não está incluso, mas haverá tempo para comprar comida durante o tour.
O passeio dura cerca de 8 a 9 horas, incluindo os deslocamentos entre os pontos.
O passeio não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular; bebês devem ficar no colo de um adulto.
Sim, um motorista-guia local estará com você em todas as paradas.
O seu dia inclui transfer de ida e volta do hotel em Ubud ou região central de Bali, todos os ingressos para oficinas na Vila Celuk, templo Tirta Empul (com sarongue fornecido), terraços de arroz de Tegalalang, acesso à cachoeira Tegenungan — e transporte privativo em carro com ar-condicionado e água mineral durante todo o trajeto.
Já se perguntou se o batik realmente tem um toque diferente quando você vê ele sendo feito bem na sua frente? Eu não esperava me importar tanto, mas lá estávamos na Vila Celuk — nosso guia Putu sorrindo enquanto me entregava um pedaço de tecido ainda quente, com aquele cheirinho leve de cera e tinta. O ar estava denso e doce por causa do incenso que vinha de algum lugar perto. Mal tínhamos saído do carro (agradecendo muito o ar-condicionado, confesso) e eu já sentia que estava vendo Bali com outros olhos. Tem algo mágico em ver as mãos trabalhando madeira ou prata — sem pressa, só o som suave das ferramentas e os cumprimentos tranquilos de quem faz isso a vida toda.
O passeio por Ubud não parava de me surpreender. No templo Tirta Empul, vimos famílias entrando na água sagrada para se purificar — alguns riam nervosos antes de se molhar embaixo das fontes, outros tão sérios que me fizeram parar para observar. O cheiro de pedra molhada e flores de frangipani pairava no ar. Nosso guia local explicou os rituais sem parecer uma aula; até nos ensinou a amarrar o sarong direito (o meu não parava no lugar). E aqueles terraços de arroz em Tegalalang — tão verdes que quase doíam nos olhos. Ficamos na beira enquanto a brisa balançava as palmeiras e alguém lá embaixo gritava algo que não consegui entender. É engraçado o que fica na memória: a lama fresca sob os pés quando tentei andar um pouco pelos arrozais, ou como o almoço parecia ainda mais gostoso depois de tanto sol.
A cachoeira Tegenungan foi mais barulhenta do que eu imaginava — um rugido constante que dificultava conversar sem chegar bem perto. Algumas pessoas nadaram (eu não tive coragem; a água parecia rápida), mas só sentar numa pedra com os pés molhados já valeu. No caminho de volta para Ubud, com as janelas abertas desta vez, percebi o quanto aprendi só observando e ouvindo o dia todo — não só sobre arte balinesa, templos ou cultivo de arroz, mas talvez sobre paciência também. Ainda penso naquele tecido de vez em quando.

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